Desarrollo de un Portal de Tecnología Asistiva desde la perspectiva de un grupo de debate: un modelo metodológico
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X96463Palabras clave:
Educación especial, Tecnología asistiva, Portal webResumen
La literatura señala que la utilización inadecuada de la Tecnología Asistiva en las escuelas está atravesada por diversos factores, tales como el conocimiento limitado por parte de los profesionales, el escaso o nulo financiamiento para su adquisición, la inexistencia de apoyo de especialistas, así como la ausencia de mecanismos para la búsqueda y el intercambio de Tecnología Asistiva de bajo costo. En este sentido, la difusión de recursos digitales y analógicos como Tecnología Asistiva se encuentra significativamente comprometida. El presente artículo tuvo como objetivo identificar los requisitos que deben considerarse en el desarrollo del Portal Multiprofesional de Tecnología Asistiva, a partir del análisis de datos recolectados mediante un grupo de discusión. Se llevó a cabo un grupo de discusión cuyos participantes conformaron una muestra intencional de ocho personas, seleccionadas en función de sus especificidades: investigador en Tecnología Asistiva; docente de Atención Educativa Especializada; especialistas en accesibilidad digital; persona con discapacidad; terapeuta; y familiares de personas con discapacidad. Los datos fueron analizados desde un enfoque interpretativo y cualitativo. Los resultados señalaron cuatro requisitos fundamentales: 1) contenido e información del Portal; 2) interacción y compromiso del usuario; 3) accesibilidad y usabilidad; y 4) perfiles de usuarios y personalización. Se concluye que el grupo de discusión permitió evidenciar que el Portal Multiprofesional de Tecnología Asistiva debe configurarse como un espacio multifacético, dinámico y sólido en términos de información, capaz de promover la interacción entre un público diverso, articulado por la fluidez de la búsqueda de conocimiento y no por etiquetas estigmatizantes o capacitistas.
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