Developing an Assistive Technology Portal from a Discussion Group Perspective: A Methodological Framework

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984686X96463

Keywords:

Special education, Assistive technology, Web portal

Abstract

The literature indicates that the inadequate use of Assistive Technology in schools is associated with multiple factors, including limited professional knowledge, insufficient or nonexistent funding for acquisition, the lack of support from specialized professionals, and the absence of mechanisms for searching and sharing low‑cost Assistive Technology. Consequently, the dissemination of digital and analog resources as Assistive Technology is significantly hindered. From this perspective, the present study aimed to identify the requirements that should be considered in the development of the Multiprofessional Assistive Technology Portal, based on an analysis of data collected through a discussion group. A discussion group was conducted, and participants were selected through purposive sampling comprising eight individuals, chosen according to specific criteria: a researcher in Assistive Technology; a teacher specializing in Specialized Educational Services; digital accessibility specialists; a person with a disability; a therapist; and family members of persons with disabilities. Data were analyzed using an interpretative and qualitative approach. The results revealed four key requirements: 1) portal content and information; 2) user interaction and engagement; 3) accessibility and usability; and 4) user profiles and personalization. The findings suggest that the discussion group contributed to demonstrating that the Multiprofessional Assistive Technology Portal should be configured as a multifaceted, dynamic, and robust information environment capable of fostering interaction among a diverse audience, brought together by a fluid pursuit of knowledge rather than by stigmatizing or ableist categorizations.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Maria Luiza Salzani Fiorini, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.

salzani.fiorini@unesp.br

Doutorado em Educação.

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Docente do Programa de Pós-graduação em Educação.

Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.


Endereço para correspondência: Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.
Telefone para contato: (14) 98806-9348

Manoel Osmar Seabra Junior, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.

seabrajr.unesp@gmail.com

Livre-Docente em Metodologias de Pesquisa em Educação Especial

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação; docente do Departamento de Educação Física.

Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Endereço para correspondência: Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.
Telefone para contato: (14) 98806-9348

Cristiane Cardozo da Silva, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.

cristiane.cardozo@unesp.br

Mestrado em Educação.

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação

Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Endereço para correspondência: Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.
Telefone para contato: (14) 98806-9348

Ana Paula Donaton Ribeiro, Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.

ana.donaton@unesp.br

Mestrado em Educação.

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Presidente Prudente, Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação

Presidente Prudente, São Paulo, Brasil.

Endereço para correspondência: Rua Roberto Símonsen, 305 - Centro Educacional, Presidente Prudente - SP, CEP: 19060-900.
Telefone para contato: (14) 98806-9348

References

ALONSO, L. H. La mirada cualitativa en sociología. Madrid: Fundamentos, 1998.

ARBOLEDA, L. M. El grupo de discusión como aproximación metodológica en investigaciones cualitativas. Revista Facultad Nacional de Salud Pública, Medellín, v. 26, n. 1, p. 69–77, 2008. Disponível em: https://www.redalyc.org/pdf/120/12026111.pdf. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.17533/udea.rfnsp.53

BANDEIRA, A.; BANDEIRA, W. Os princípios do design universal na interface gráfica. In: ROCHA, C. (Org.). Acessibilidade: práticas culturais e tecnologia assistiva para a cidadania. Goiânia: CIAR/UFG, 2017. Disponível em: https://publica.ciar.ufg.br/ebooks/invencoes/livros/7/capitulos/c06.html. Acesso em: 19 abr. 2026.

BERSCH, R. Introdução à tecnologia assistiva. Porto Alegre: Assistiva, 2017. Disponível em: https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf. Acesso em: 19 abr. 2026.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 7 jul. 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm. Acesso em: 19 abr. 2026.

CALHEIROS, D. S. Consultoria colaborativa à distância em tecnologia assistiva para professores de salas de recursos multifuncionais. 2015. Dissertação (Mestrado em Educação Especial) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2015. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/3179. Acesso em: 19 abr. 2026.

CALLEJO, J. El grupo de discusión: introducción a una práctica de investigación. Barcelona: Editorial Ariel, 2001.

CALLEJO, J. Grupo de discusión: la apertura incoherente. Estudios de Sociolingüística, Vigo, v. 3, n. 1, p. 91–109, 2002. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=497963. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.1558/sols.v3i1.91

CANALES, M.; PEINADO, A. Grupo de discusión. In: DELGADO, J. M.; GUTIÉRREZ, J. (Orgs.). Métodos y técnicas de investigación en ciencias sociales. Madrid: Editorial Síntesis, 1994. p. 287–316.

CHARLOT, B. O saber e as figuras do aprender. In: CHARLOT, B. Da relação com o saber: elementos de uma teoria. Porto Alegre: Artmed, 2000. p. 59–76.

CONTE, E. et al. Tecnologia assistiva, direitos humanos e educação inclusiva: uma nova sensibilidade. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 33, e163600, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/xY3m8QFyHQwXzfXykFHYFHz/. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/0102-4698163600

CORRÊA, P. V.; RIBEIRO, D. F. Acessibilidade e usabilidade na web: recursos utilizados para inclusão de usuários. Interface Tecnológica, Taquaritinga, v. 13, n. 1, p. 7–17, 2016. DOI: https://doi.org/10.31510/infa.v12i1.97

COUTINHO, K. S. et al. Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho: uma revisão integrativa compreendendo o processo de inclusão. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 23, n. 2, p. 261–278, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/Mmjpyg5Ks9BPNtStrwCzChR/. Acesso em: 19 abr. 2026.

DALE, N.; LEWIS, J. Limitações da computação. In: Ciência da computação. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. p. 385–411.

FLORES, J. G. La metodología de investigación mediante grupos de discusión. Enseñanza & Teaching: Revista Interuniversitaria de Didáctica, v. 10–11, p. 199–214, 1992. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/revista/496/A/1992. Acesso em: 19 abr. 2026.

GODOI, C. K. Grupo de discussão como prática de pesquisa em estudos organizacionais. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 55, n. 6, p. 632–644, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rae/a/GfrVF9TxRzrnCJkDZTJCHXS/. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-759020150603

GOUVEIA, A. J. G. et al. Portais web: enquadramento conceptual. In: Anais da Conferência IADIS Ibero-Americana WWW/Internet 2007. p. 309–314.

IOÉ, C. ¿Para qué sirve el grupo de discusión? Una revisión crítica del uso de técnicas grupales en los estudios sobre migraciones. Empiria: Revista de Metodología de Ciencias Sociales, n. 19, p. 73–99, 2010. Disponível em: https://revistas.uned.es/index.php/empiria/article/view/2015. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.5944/empiria.19.2010.2015

MANRIQUE, A. M. M.; PINEDA, J. M. M. La técnica de grupo de discusión en la investigación cualitativa: aportaciones para el análisis de los procesos de interacción. Revista Iberoamericana de Educación, Madrid, v. 49, n. 3, p. 1–7, 2009. Disponível em: https://rieoei.org/RIE/article/view/2094/3110. Acesso em: 19 abr. 2026. DOI: https://doi.org/10.35362/rie4932094

MEINERZ, C. B. Grupos de discussão: uma opção metodológica na pesquisa em educação. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 36, n. 2, p. 485–504, 2011. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/230079/000785259.pdf. Acesso em: 19 abr. 2026.

Minayo, M.C.S. (2014). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. Hucitec.

MINAYO, M. C. S. Análise qualitativa: teoria, passos e fidedignidade. Ciência & Saúde Coletiva, v. 17, n. 3, p. 621-626, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/39YW8sMQhNzG5NmpGBtNMFf/?format=html&lang=pt. Acesso em: 29 jun. 2026. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232012000300007

ORTÍ, A. La apertura y el enfoque cualitativo o estructural: la entrevista abierta semidirectiva y la discusión de grupo. In: GARCÍA, M.; IBÁÑEZ, J.; ALVIRA, F. (Orgs.). El análisis de la realidad social: métodos y técnicas de investigación. Madrid: Alianza, 1986. p. 189–205.

PELOSI, M. B. Inclusão e tecnologia assistiva. 2013. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013.

SÁNCHEZ-PINILLA, M. D.; LEGERÉN, A. D. La práctica conversacional del grupo de discusión: jóvenes, ciudadanía y nuevos derechos. In: GORDO, A. J.; SERRANO, A. (Orgs.). Estrategias y prácticas cualitativas de investigación social. Madrid: Pearson Educación, 2008.

SBROCCO, J. H. T. C.; MACEDO, P. C. Engenharia de software: conceitos básicos. In: Metodologias ágeis: engenharia de software sob medida. São Paulo: Érica, 2012. p. 35–58.

SILVA, L. R. M. Software e sistema. In: Introdução à computação. 1. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2025. p. 205–208.

SILVESTRE, V. S. et al. Grupos de discussão: uma possibilidade metodológica. Ensaios Pedagógicos, Sorocaba, v. 2, n. 1, p. 34–44, 2018. DOI: https://doi.org/10.14244/enp.v2i1.56

Published

2026-07-09