Percepciones maternas sobre la relación entre la escuela y el proceso de diagnóstico del Trastorno del Espectro Autista
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X88883Palabras clave:
Educación Especial, Trastorno del Espectro Autista, MadresResumen
El Trastorno del Espectro Autista (TEA) es un trastorno del desarrollo neurológico caracterizado por déficits en la comunicación y la interacción social y la presentación de conductas estereotipadas y repetitivas e intereses restrictivos. Las características del TEA pueden dificultar el desarrollo de habilidades e interacciones a lo largo de la vida del individuo. Sin embargo, cuando reciben intervenciones adecuadas, su repertorio puede ampliarse o mejorarse considerablemente en respuesta a las intervenciones recibidas, permitiendo reducir tales dificultades. Este estudio tuvo como objetivo explorar las percepciones de madres de niños diagnosticados con TEA sobre los impactos de la relación escolar en el proceso de diagnóstico e inclusión. Para este estudio se utilizó como método la investigación de campo con enfoque cualitativo y exploratorio, realizada a través de entrevistas semiestructuradas. Las participantes fueron tres madres de niños diagnosticados con TEA desde hacía al menos un año, nominadas por la institución sede de la investigación. El análisis de los datos se realizó mediante Análisis de Contenido. A partir de las respuestas a las entrevistas, fue posible verificar la percepción de las madres participantes de la investigación sobre la participación del equipo escolar en el proceso de diagnóstico e inclusión escolar de sus hijos. Para futuras investigaciones, se recomienda la búsqueda y construcción de programas de orientación parental, con el fin de promover un mayor acceso público a la información. Teniendo como principal resultado percibido la falta de preparación de los profesionales escolares frente a diversos factores, tales como conducir conversaciones con los padres, comprender las necesidades individuales del alumno, realizar actividades y llevar a cabo el manejo conductual cuando sea necesario.
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