Revista Educação Especial
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<p style="text-align: justify;"><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">A Revista </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Educação Especial</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> tem como finalidade veicular apenas artigos inéditos na área da Educação Especial, provenientes de pesquisas e práticas articuladas no campo. </span><span style="vertical-align: inherit;">A Revista está organizada em sessões </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">de Dossiê</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">, </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">Publicação Contínua</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">, sendo que os primeiros textos de publicação contínua, volume único anual, atendem à demanda de fluxo contínuo e estão organizados na forma de Dossiê Temático. </span><span style="vertical-align: inherit;">A revista tem </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">o português (Brasil)</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> como idioma principal, mas os textos também podem ser escritos em </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">inglês</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">, </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">espanhol</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;"> e </span></span><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">francês</span></span></strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">.</span></span></p> <p style="text-align: justify;"><strong><span style="vertical-align: inherit;"><span style="vertical-align: inherit;">eISSN 1984-686X | </span><span style="vertical-align: inherit;">Qualis/CAPES (2021-2024) = A1</span></span></strong></p>Universidade Federal de Santa Mariapt-BRRevista Educação Especial1984-686X<p style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;"> </p> <p style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;"><a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/"><img style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc/3.0/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></a><br />This work is licensed under a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/">Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0)</a></p> <p style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;"> </p> <p><strong>DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E DIREITOS AUTORAIS</strong></p> <p> </p> <p>Declaramos o artigo a ser submetido para avaliação na Revista Educação Especial (UFSM) é original e inédito, assim como não foi enviado para qualquer outra publicação, como um todo ou uma fração.</p> <p>Também reconhecemos que a submissão dos originais à Revista Educação Especial (UFSM) implica na transferência de direitos autorais para publicação digital na revista. Em caso de incumprimento, o infrator receberá sanções e penalidades previstas pela Lei Brasileira de Proteção de Direitos Autorais (n. 9610, de 19/02/98).</p> <p><a href="https://docs.google.com/document/d/1YRcFnmMpjVKZ08kNIwxfhyDRrG4BEnWBJOdnUO2PgOM/edit?usp=sharing"> Link para a declaração.</a></p> <p style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;"> </p>Direito à Educação e à Educação Especial nos estudos do Programa de Pós-Graduação, do Centro de Educação, da Universidade Federal do Espírito Santo (2008–2022)
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/94454
<p>Este estudo apresenta uma revisão de literatura contendo teses, dissertações e artigos provenientes do Programa de Pós-Graduação em Educação, do Centro de Educação, da Universidade Federal do Espírito Santo – PPGE/CE/UFES entre os anos de 2008 e 2022, que se referem à organização da modalidade da Educação Especial em diferentes contextos do estado do Espírito Santo. Traz como objetivo: analisar trabalhos que problematizam o direito à educação para alunos com indicativo à Educação Especial, as políticas públicas e sua efetivação, bem como as concepções políticas e pedagógicas que sustentam a Educação Especial na perspectiva inclusiva em municípios do Espírito Santo. Emprega como método de pesquisa a análise bibliográfica, onde os dados compilados foram divididos por categorias com a finalidade de melhor compreender os processos em andamento. Tais estudos mostram que existe uma oferta multifacetada da modalidade, variando entre estratégias administrativo-pedagógicas adequadas ou insuficientes. Nota-se que persistem limites para a materialização da educação para alunos com indicativo à Educação Especial nos municípios do Espírito Santo, como a fragmentação das políticas públicas, a insuficiência das formações continuadas e a forte atuação das instituições especializadas, que reforçam práticas assistencialistas e dificultam a consolidação da inclusão como princípio pedagógico. Ademais, observa-se que a efetivação do direito à educação para alunos com indicativo à Educação Especial ocorre de modo desigual entre redes e regiões, sobretudo nos municípios do interior, ainda pouco investigados pela pesquisa acadêmica.</p>Emilio GabrielRogério Drago
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2026-02-242026-02-24e10/012810.5902/1984686X94454Comunicação Aumentativa e Alternativa na pré-escola: análise do programa educacional TELL ME: AAC in the Preschool Classroom
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/89003
<p>Crianças com deficiência e necessidades complexas de comunicação podem necessitar de sistemas de Comunicação Aumentativa e Alternativa para conseguir aprender no contexto escolar e ser incluídas ativamente na sociedade. Assim, o objetivo desta pesquisa foi analisar o programa educacional <em>TELL ME: AAC in the Preschool Classroom</em>, que é destinado para pré-escola e tem o suporte da Comunicação Aumentativa e Alternativa. Ressalta-se que no Brasil, atualmente, não há nenhum programa de ensino ou material didático institucionalizado com o suporte da Comunicação Aumentativa e Alternativa. Foi realizada uma pesquisa documental, com a abordagem qualitativa, de cunho descritivo. Para analisar os dados do programa educacional, foi utilizada a Análise de Conteúdo, a partir das categorias: Concepções do Programa de Ensino, Estrutura do Material e Aspectos Didáticos-Metodológicos. Os resultados indicaram que o programa de ensino possui fundamentos para o desenvolvimento da linguagem e para proporcionar experiência de alfabetização de crianças que usa ou poderia se beneficiar da Comunicação Aumentativa e Alternativa, no entanto na pré-escola se faz necessário utilizar outros programas educacionais para promover o desenvolvimento pleno da criança em suas máximas possibilidades. Projetos futuros poderão viabilizar a produção de um programa de ensino ou material didático para ser utilizado no contexto brasileiro.</p>Munique Massaro
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2026-01-082026-01-08e1/011910.5902/1984686X89003Equipe Intersetorial Colaborativa na Escola: Etapas de um Programa para Alunos com Deficiência
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/91773
<p>Este estudo teve como objetivo identificar e analisar as etapas de implementação de um programa de ensino intersetorial como apoio à participação de alunos PAEE. A coleta de dados foi retrospectiva e ocorreu entre janeiro e julho de 2021, abrangendo as atividades de um aluno com transtorno do espectro autista no ensino fundamental I. Participaram quatro professores do ensino regular, quatro professores auxiliares, uma coordenadora do ensino regular, uma diretora pedagógica, uma coordenadora da Educação Especial e uma psicóloga. A equipe de saúde foi composta por profissionais das áreas de terapia ocupacional, psiquiatria, psicopedagogia, fonoaudiologia, psicologia e neurologia, além da família do aluno.</p> <p>Os instrumentos de coleta de dados foram: (1) quadro para coleta das informações da escola e do aluno selecionado; (2) folha de relatório para descrição das etapas iniciais do programa; (3) quadro de registro para identificar o acompanhamento do processo de participação do aluno; (4) questionário para validação social. A análise foi realizada em sete momentos e resultou na elaboração de um documento único para responder ao objetivo proposto.</p> <p>Os temas identificados foram: organização da equipe, caracterização do aluno, acessibilidade curricular, avaliação e orientação processual do aluno pela equipe intersetorial colaborativa. Os resultados revelaram que o processo educacional se desenvolve por meio da constituição de uma equipe engajada em reflexão, orientação e discussão, elaborando propostas em conjunto e respeitando as habilidades do aluno. Conclui-se que um programa de ensino intersetorial colaborativo favorece a participação do aluno com deficiência na rotina escolar.</p>Vanessa Calciolari RigolettiDebora Deliberato
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2026-01-142026-01-14e2/012410.5902/1984686X91773Cartilha orientadora para a classificação das salas de recursos multifuncionais: diretrizes para ambientes básicos, intermediários e completos
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/94211
<p>Esta pesquisa elaborou e validou uma cartilha para classificar Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) em níveis básico, intermediário e completo, oferecendo apoio a gestores, docentes e famílias na inclusão de alunos com deficiência e altas habilidades. O método combinou diagnóstico, revisão de literatura e aplicação do Método Delphi com seis especialistas. Em escala Likert, os avaliadores atribuíram 94,4% de concordância plena à clareza do conteúdo, à relevância e ao design, e 88,9% à aplicabilidade prática, resultando em índice geral de validade de 93%, acima do parâmetro de 80–90%. As análises qualitativas sugeriram ajustes pontuais: reforço conceitual, indicadores numéricos, atividades reflexivas e versões acessíveis (Libras, áudio). A versão 1 mostrou-se clara, relevante, visualmente consistente e operacional, servindo como guia para o aprimoramento contínuo das SRM em escolas públicas da Região Norte. Recomenda-se validar o material com especialistas de todas as macrorregiões brasileiras para ampliar sua representatividade nacional.</p>Ângelo Solano NegrãoDouglas Alencar VieiraDaniela Soares Leite
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2026-01-262026-01-26e3/012510.5902/1984686X94211Os desafios na produção de material acessível em Libras sobre plantas alimentícias não convencionais e as possíveis soluções
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/94034
<p>As Plantas Alimentícias Não Convencionais - PANC são espécies vegetais comestíveis que, embora pouco utilizadas na alimentação cotidiana, possuem relevante valor nutricional e cultural. Apesar do crescente interesse por essas espécies, ainda há escassez de materiais acessíveis para comunidades como a surda. Este projeto tem como objetivo desenvolver um curso bilíngue sobre PANC para a comunidade surda brasileira, intitulado <em>“PANC em Libras: Conhecendo e Cultivando uma Alimentação Acessível”</em>. O curso promove práticas alimentares mais saudáveis, sustentáveis e inclusivas, destacando a importância ecológica, nutricional e econômica das PANC. Sua principal inovação está na acessibilidade, com conteúdo integralmente em Libras e legendas em português. Um dos principais desafios enfrentados foi a ausência de sinais específicos em Libras para diversas espécies, o que exigiu o uso de recursos linguísticos descritivos. Atualmente, o curso encontra-se em fase final de produção, com aulas já gravadas, editadas e legendadas, restando apenas a conclusão das atividades práticas. O projeto busca fomentar a inclusão educacional e ampliar o conhecimento sobre PANC no Brasil.</p>Mariana da Cunha TeixeiraRaphael Lopes da Costa
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2026-01-272026-01-27e4/013110.5902/1984686X94034A construção da identidade cultural autista no filme 'O Contador'
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/92930
<p>Desde o seu surgimento, a indústria cinematográfica dirige-se ao público não apenas como catalisadora de interesses e gostos culturais, mas também como produtora de representações e discursos que reverberam em identidades culturais modelares. O presente artigo tem por finalidade problematizar o modo como o autismo vem sendo apropriado culturalmente pela mídia contemporânea por meio do artefato cultural O Contador (2016). Para atender esse objetivo, utilizamos as teorizações propostas pelos Estudos Culturais e as contribuições metodológicas de Michel Foucault, com o intuito de verificar quais os efeitos dessa apropriação para a produção de uma identidade cultural autista. Ao longo da análise, concluímos que, apesar das tentativas de cooperar para a aceitação da diferença, o artefato evidenciou o reforço de estereótipos que continuam relegando o autismo ao espectro de uma anormalidade “aceitável”. Dessa forma, consideramos que o investimento analítico dessas identidades culturais fabricadas – e, sobretudo, estereotipadas – permite compreender que elas não correspondem à complexa realidade e ao cotidiano dos indivíduos autistas, projetando sobre eles um conjunto de ideias inalcançáveis.</p>Elvis Patrik KatzKetlin Kroetz
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2026-02-032026-02-03e5/012010.5902/1984686X92930Desenvolvimento do aplicativo F-Libras: Tecnologia assisti-va para estudantes surdos no ensino de Física
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/92299
<p>Um dos principais obstáculos no ensino de Física para estudantes surdos é a escassez de materiais educacionais em Língua Brasileira de Sinais (Libras) que abordem conceitos físicos de forma autônoma. Este trabalho teve como objetivo desenvolver um aplicativo para Android, denominado F-Libras, como instrumento mediador que automatize a interpretação de sinais por meio de um avatar com características humanoides. O processo de desenvolvimento envolveu a criação do nome do aplicativo e do avatar, a modelagem tridimensional do personagem, bem como a construção de um banco de dados com termos de Física em Libras, com base em livros didáticos e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Para isso, utilizaram-se a <em>IDE Android Studio</em> com a linguagem <em>Kotlin</em> e o <em>software</em> <em>Blender</em> para a criação das animações. O aplicativo apresenta uma <em>interface</em> dinâmica, composta por três telas: a de abertura, a de listagem de termos físicos e a de definição dos termos, acompanhadas da sinalização realizada pelo avatar. Dessa forma, o recurso educacional digital contribui para a promoção da equidade no ensino de Física, ao apoiar práticas pedagógicas alinhadas à Educação Bilíngue de Surdos, superando barreiras comunicacionais e favorecendo uma aprendizagem mais significativa e autônoma para estudantes surdos. A pesquisa sugere a necessidade de estudos futuros para investigar o impacto do aplicativo em longo prazo e sua aplicabilidade em diferentes contextos educacionais.</p>Marciele Keyla HeidmannGabriel Schardong FerrãoSumaya Ferreira Guedes
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2026-02-032026-02-03e6/011810.5902/1984686X92299Análise das Práticas e Políticas para alunos com deficiências e transtornos do Neurodesenvolvimento na Educação Física Escolar
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/92356
<p>Este estudo tem como objetivo analisar a implementação das políticas públicas de inclusão de alunos com deficiências (ACD) e Transtornos do Neurodesenvolvimento (TND) nas aulas de Educação Física em uma escola da Rede Municipal de Maringá (PR), buscando compreender em que medida as legislações vigentes se materializam na prática pedagógica local. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, por meio de um estudo de caso, com foco na análise das práticas inclusivas e das políticas públicas educacionais no contexto da Educação Física escolar. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com quatro participantes: uma professora de apoio à sala de aula, um professor de Educação Física, a diretora da unidade escolar e a gerente de Apoio Pedagógico Interdisciplinar da rede municipal. A análise dos dados foi conduzida com base na Análise de Conteúdo proposta por Bardin, complementada pelo modelo CIPP (Contexto, Insumo, Processo e Produto), o que permitiu identificar avanços, desafios e lacunas na efetivação das políticas de inclusão. Os resultados apontam que, embora haja iniciativas positivas e comprometimento dos profissionais da escola, persistem fragilidades na formação continuada e no suporte pedagógico, o que compromete a consolidação de uma prática verdadeiramente inclusiva. Conclui-se que é necessário fortalecer a articulação entre as diretrizes legais e as condições reais de ensino, de modo a promover uma inclusão efetiva, equitativa e sustentável no âmbito da Educação Física escolar.</p>Lucas Pegoraro RuiperesEduard Angelo Bendrath
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2026-02-122026-02-12e7/012410.5902/1984686X92356A Física Além do Olhar: Desenvolvimento de um material tátil-sensorial para o ensino de Óptica Geométrica à pessoas com deficiência visual
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/93366
<p>novas diretrizes educacionais, tem desafiado professores de física a desenvolverem prática inclusivas, especialmente em áreas tradicionalmente visuais, como por exemplo, a óptica geométrica. Este trabalho apresenta o desenvolvimento de protótipos tátil-sensoriais construídos em MDF, proveniente de retalhos de móveis planejados, como ferramenta pedagógica para o ensino de fenômenos ópticos a estudantes cegos ou com baixa visão. Fundamentada na teoria de Vygotsky e nos trabalhos de Éder Pires Camargo, a metodologia constituiu em uma revisão bibliográfica e na criação de modelos físicos que representam fenômenos como a reflexão, refração, difração e formação de imagens em lentes e espelhos esféricos. Os resultados demonstram que a utilização de materiais tátil-sensoriais resistentes permitem que o estudante com DV construa modelos mentais dos conceitos físicos por meio do toque, superando barreiras de aprendizagem sem a necessidade obrigatória do Braille, o qual muitas vezes é desconhecido por estudantes e docentes. Conclui-se que a comunicação tátil-sensorial é uma estratégia eficaz para promover a aprendizagem equitativa e a inclusão escolar, humanizando o processo educativo e proporcionando equidade em sala de aula.</p>Thayane Lopes VilelaAna Paula Alves
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2026-02-122026-02-12e8/012710.5902/1984686X93366Inclusão de estudantes com autismo na educação infantil: formação colaborativa e novas práticas pedagógicas em uma escola municipal
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/93642
<p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) se caracteriza por alterações no desenvolvimento da comunicação, da interação social e pela presença de comportamentos restritos e repetitivos. O aumento expressivo de matrículas de crianças com TEA na Educação Infantil tem imposto novos desafios à escola e ressaltado a necessidade de práticas pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento e a aprendizagem. Este estudo teve como objetivo identificar, implementar e analisar práticas pedagógicas inclusivas voltadas à Educação Infantil, discutindo os fatores que favorecem ou dificultam sua efetiva implementação. A pesquisa, de abordagem qualitativa, seguiu o método da pesquisa-ação colaborativa em uma escola municipal de Porto Velho-RO, com a participação das turmas de Creche III e Pré II. O processo investigativo foi desenvolvido em quatro etapas: aplicação de questionário inicial; realização de sessões reflexivas para a discussão de práticas inclusivas: Coensino, Tutoria de Pares, Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e Análise Aplicada ao comportamento (ABA); planejamento pedagógico coletivo e aplicação em sala; e avaliação dos resultados em uma nova sessão reflexiva. Os resultados indicaram que, apesar das dificuldades, a construção de práticas inclusivas é viável quando sustentada por formação continuada em serviço, planejamento colaborativo e engajamento docente. Conclui-se que a inclusão efetiva demanda condições institucionais de tempo e suporte, além de corresponsabilidade entre os profissionais envolvidos, possibilitando práticas inclusivas na Educação Infantil.</p>Cláudia Gadelha AlvesMarlene Rodrigues
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2026-02-242026-02-24e9/012110.5902/1984686X93642