La participación de la red de apoyo en la inclusión escolar de la persona ciega
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X69289Palabras clave:
Redes de apoyo, Ciego, SubjetividadResumen
La inclusión escolar de la persona con deficiencia involucra tanto la organización del trabajo pedagógico, como las relaciones sociales que apoyan la efectividad de ese proceso, es decir, se trata de un proceso eminentemente social. Esa comprensión se contrapone a la tendencia de asociar la excelencia del proceso de inclusión de las personas con deficiencia en la educación superior, estrictamente, a las condiciones legales de ingreso, permanencia y conclusión. Este artículo analiza la participación de la red de apoyo en la inclusión escolar de la persona ciega, comprendiendo que no existe una determinación externa sobre su influencia en el estudiante, sino una producción subjetiva individual que está rodeada e influenciada por el modo en el que la deficiencia está configurada social y subjetivamente. La investigación, de naturaleza cualitativa, fue realizada por medio de un estudio de caso con una estudiante universitaria ciega. Hemos concluido que las redes de apoyo de la estudiante fueron constituidas en respuesta al flujo de producciones subjetivas, marcadas por la subjetividad individual y social, circunscrita en las relaciones de la participante.
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