Autonomeação de indicadores de Altas Habilidades/Superdotação acadêmica em universitários
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X91731Palavras-chave:
Altas Habilidades/Superdotação, Universitários, AutonomeaçãoResumo
Este estudo teve como objetivos: I) identificar universitários de 20 cursos de graduação, do 1º ao 3º ano, de um campus de uma universidade pública do Estado de São Paulo, que se autonomearam com indicadores de Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD) acadêmica e, II) quantificar as áreas indicadas: características gerais de AH/SD acadêmica, habilidades acima da média, comprometimento com tarefa, criatividade e liderança. Em uma amostra de 1.042 universitários que responderam o Questionário para Identificação de Indicadores de Altas Habilidades/Superdotação – adultos - QIIAHSD, 90 se autonomearam com indicadores de AH/SD, segundo os critérios do instrumento, com maior frequência de participantes dos cursos de Artes e Comunicação, sendo o Jornalismo o mais predominante, seguido pelas áreas de Ciências e Licenciaturas (8,89%), com a Pedagogia apresentando maior prevalência e, por fim, a área de Engenharia (6,35%), com a Engenharia Elétrica sendo a mais frequente. Em relação à quantificação das áreas indicadas, 13 alunos (1,24%) se autonomearam em três áreas, 50 alunos (4,79) em quatro áreas e em cinco áreas 27 (2,59), totalizando 90 alunos (8,64%). O estudo é inovador ao abranger a autonomeação relacionada às áreas de graduação que os estudantes estão matriculados. Outro dado é que o número de autonomeação se difere dos dados de matrícula de pessoas com necessidades educativas especiais da instituição. O estudo sugere novas pesquisas que relacionem autonomeação e busque identificar correspondência entre taxa das declarações realizadas na matrícula e comparações entre autonomeação e identificações com instrumentos psicométricos.
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