Juegos como camino decolonial: la presencia y resistencia chiquitano en Porto Esperidião – MT
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644494358Palabras clave:
Educación, Cultura, DecolonialidadResumen
Este artículo fue desarrollado en el Grupo de Investigación Cuerpo, Educación y Cultura, vinculado al Programa de Posgrado en Educación de la Universidad Federal de Mato Grosso, en la línea de investigación Movimientos Sociales, Política y Educación Popular. Tiene como objetivo comprender el juego como un espacio formativo que expresa la realidad vivida por las niñas y los niños en la frontera Brasil–Bolivia, en la Escuela Municipal Maria Gregória Ortiz Cardos, buscando identificar y describir las prácticas sociales del juego de los estudiantes de los primeros años de la Educación Primaria, en el municipio de Porto Esperidião – MT. Se caracteriza como una investigación participante, desarrollada a través del análisis de la vida cotidiana escolar y de las experiencias de las niñas y los niños, utilizando la etnografía del cotidiano escolar en diálogo con los estudios sobre las relaciones étnico-raciales, en el contexto de la historia y la cultura chiquitana, evidenciada por la presencia de estos pueblos originarios en la región fronteriza. En este sentido, se busca comprender los juegos a partir del reconocimiento de sus prácticas sociales, de sus sentidos y significados en la formación social de la infancia que vive en el área urbana de Porto Esperidião – Mato Grosso. La investigación se fundamenta en los elementos constitutivos del diálogo entre culturas y educación, desde una perspectiva intercultural, bajo un enfoque decolonial, en una escuela situada en la frontera entre Brasil y Bolivia.
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