Prácticas académicas y estrategias de aprendizaje con tecnologías de estudiantes universitarios ciegos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984686X86814

Palabras clave:

Estudiantes ciegos, Prácticas académicas, Educación Superior

Resumen

El artículo presenta resultados de una encuesta calitativa que investigó los usos que los estudiantes universitarios ciegos hacen con las tecnologías digitales y la tecnología de asistencia en sus actividades de estudio y en el desarrollo de estrategias de aprendizaje. Partiendo de un cuestionario dirigido a los centros de accesibilidad de seis universidades de Río de Janeiro y de la región metropolitana, se logró encontrar a 14 estudiantes dispuestos a participar de la investigación a través de una entrevista semiestructurada. La entrevista intentó comprender el acceso y el recorrido de los estudiantes ciegos en la educación superior, enfocándose en las estrategias del aprendizaje que fueron adoptadas por ellos para minimizar las barreras actitudinales, técnicas y pedagógicas que obstaculizan sus procesos del aprendizaje. Como resultado, se destaca la relevancia fundamental de la tecnología de asistencia y de las tecnologías digitales en la adquisición de contenidos curriculares por parte de los estudiantes ciegos, que afectan su mantenimiento en el curso, el rendimiento académico y su trayectoria en la educación superior. El análisis describe cómo las técnicas y prácticas desarrolladas por los participantes de la investigación para los estudios que se vinculan con el uso de esas tecnologías y la gran relevancia del aprendizaje entre pares y de la tutoría en el acceso a las asignaturas de estudio y, principalmente, en la realización de las tareas académicas. Por lo tanto, las estrategias del aprendizaje de esos estudiantes son potenciadas por la alfabetización digital.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Margareth Olegário, Instituto Benjamin Constant

Doutora em Educação pela PUC-Rio; professora do Instituto Benjamin Constant; membro do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia.

Rosalia Maria Duarte, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Possui graduação em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1984), Mestrado em Educação pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1991); Doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2000). Atualmente é professora associada da PUC-Rio, onde coordena o Grupo de Pesquisa Educação e Mídia, vinculado ao PPGE. Membro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais de Educomunicação, do Grupo de Trabalho Children, Youth and Media da European Communication Research and Education Association (ECREA) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Editora da Revista Educação Online (Educação PUC-Rio), membro do Conselho Editorial da Revista Educação & Realidade (UFRGS), do Conselho Editorial da Revista Education Review e do Conselho Editorial da Revista InterScientia.

Mirna Juliana Santos Fonseca, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Doutora em Educação pela PUC-Rio; revisora de textos científicos; vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia; bolista POSDOC FAPERJ Nota 10 junto ao PPGE PUC-Rio.

Kelly Maia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Doutora em Educação pela PUC-Rio; professora assistente da UFRRJ; membro do Grupo de Pesquisa Educação e Mídia

Citas

ALMEIDA, A. M. F. P. M. Um estudo sobre a avaliação da aprendizagem em um curso superior de ciências agronômicas. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1992.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2009, 281p.

BERSCH, R. Introdução à tecnologia assistiva. Porto Alegre, 2017. Disponível em: http://www.assistiva.com.br/IntroducaoTecnologia_Assistiva.pdf. Acesso: 7 ago. 2023.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 12 set. 2023.

BRASIL. Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Brasília, DF, 2004. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5296.htm. Acesso em: 12 set. 2023.

BRASIL. Ministério da Educação. Programa Incluir, Programa de Acessibilidade na Educação Superior. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2005.

BRASIL. Decreto nº 7.234, de 19 de julho de 2010. Dispõe sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil - PNAES. Brasília, DF: Ministério da Educação, 2010.

BRASIL. Portaria Normativa nº 389, de 9 de maio de 2013. Cria o Programa de Bolsa Permanência — PBP. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Braília, DF, 13 mai. 2013. Seção 1, p. 12.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília-DF, 7 jul. 2015.

BRASIL. Lei nº 13.409, de 28 de dezembro de 2016. Altera a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, para dispor sobre a reserva de vagas para pessoas com deficiência nos cursos técnico de nível médio e superior das instituições federais de ensino. Brasília, DF, 2016. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13409.htm. Acesso em: 12 set. 2023.

DELLA LÍBERA, B.; JURBERG, C. Compreender para atuar: o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para participantes de pesquisa com deficiência visual. Benjamin Constant, v. 1, n. 61, p. 55-69, 2020.

FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da tutoria de pares para estudantes com deficiência visual no ensino técnico e superior. Rev. bras. educ. espec., v. 21, n. 1, p. 39-56, mar. 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-65382115000100004

FIOR, C. A. Contribuições da monitoria e da tutoria entre pares para a permanência do estudante no ensino superior: análise de publicações do CLABES de 2011 a 2014. In: CONGRESOS CLABES, 15 nov. 2017.

GALVÃO, A.; CÂMARA, J.; JORDÃO, M. Estratégias de aprendizagem: reflexões sobre universitários. R. Bras. Est. Pedag., v. 93, n. 235, p. 627-644, 2012. DOI: https://doi.org/10.1590/S2176-66812012000400006

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GOODLAD, S.; HIRST, B. Peer tutoring: a guide to learning by teaching. Kogan Page, 1989.

INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISA EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA. Sinopse Estatística da Educação Superior 2022. Brasília, DF: Inep, 2023.

MARTINS, L. M. S. M. Práticas e formação docente na UFRN com vistas à inclusão de estudantes cegos. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016.

MASCARENHAS, S.; FERNANDES, F. S. Avaliação dos hábitos de estudos na universidade: uma investigação com estudantes da UFAM. Revista Amazônica, v. 2, n. 3, p. 32-43, 2009.

OLEGÁRIO, M. O. Narrativas dos jovens com deficiência visual sobre filmes com audiodescrição. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, 2015.

OUTINI, I. The impact of social media on the social lives of people with visual impairment: Facebook groups as a case study. (Thesis of Master) – University of Arkansas, 2020.

PANSANATO, L. T. E.; SILVA, C. E.; RODRIGUES, L. Uma experiência de inclusão de estudante cego na educação superior em computação. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE COMPUTAÇÃO. 32., Curitiba, 2012.

PAZ-MALDONADO, E.; SILVA-PEÑA, I.; LARA, C. A. S. Desafíos y reflexiones en la formación de docentes universitarios inclusivos: una indagación narrativa autobiográfica. Revista Brasileira de Educação Especial, n. 29, e0008, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/1980-54702023v29e0008

PIECZKOWSKI, T. M. Z.; GRAPILHA, J. Avaliação da aprendizagem de universitários com deficiência visual (cegos ou baixa visão). In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (EDUCERE). 13., 2016. DOI: https://doi.org/10.24109/2176-6681.rbep.97i247.3395

PÔNCIO, E. R. Acessibilidade atitudinal nas instituições de ensino: o caso do IFRS. Dissertação (Mestrado) – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, 2019.

SANT’ANNA, N. F. S. Inclusão de deficientes visuais na universidade. Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología, Innovación y Educación, n. 157, 2014.

SILVA, A. M. Informação e inclusão acadêmica: um estudo sobre as necessidades socioinformacionais dos universitários cegos e com baixa visão do campus I da UFPB1. Revista Benjamin Constant, v. 1, n. 57, p. 52-66, 2014.

SIMÃO, A. M. V. et al. Tutoria no ensino superior: concepções e práticas. Sisifo: Revista de Ciências da Educação, v. 7, p. 75-88, 2008.

SONZA, A. P.; SANTAROSA, L. M. C. Ambientes digitais virtuais: acessibilidade aos deficientes visuais. Renote, v. 1, n. 1, 2003. DOI: https://doi.org/10.22456/1679-1916.13637

SOUSA SILVA, D., ROSSATO, M., & SOARES CARVALHO, E. N. (2019). A narrativa de universitários cegos acerca de suas experiências acadêmicas. Revista Educação Especial, 32, e41/ 1–20. https://doi.org/10.5902/1984686X32390 DOI: https://doi.org/10.5902/1984686X32390

Publicado

2024-07-02

Cómo citar

Olegário, M., Duarte, R. M., Fonseca, M. J. S., & Maia, K. (2024). Prácticas académicas y estrategias de aprendizaje con tecnologías de estudiantes universitarios ciegos. Revista De Educación Especial, 37(1), e21/1–26. https://doi.org/10.5902/1984686X86814