El derecho a jugar en la Educación Infantil: diálogos entre documentos internacionales y nacionales

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644496147

Palabras clave:

Educación Infantil, Jugar, Derechos de la Niñez, Formación Docente

Resumen

Tomando como referencia la Declaración de Ginebra, este texto tiene como objetivo principal analizar la constitución histórica y política del derecho a jugar en los últimos cien años. De manera particular, busca problematizar sus resignificaciones y las disputas que lo atraviesan en los contextos contemporáneos de la Educación Infantil, con énfasis en la consolidación de los derechos de la niñez. A lo largo del recorrido analítico, se movilizan documentos Internacionales y nacionales que abordan los derechos de la infancia, con especial énfasis en las normativas que reconocen el juego como una dimensión fundamental del desarrollo humano. Los resultados indican que, aunque el derecho de jugar ha sido progresivamente reconocido en el ámbito jurídico y educativo, su implementación aún se encuentra tensionada por lógicas utilitaristas, escolarizantes y productivistas, que tienden a reducir el juego a un instrumento pedagógico. En este escenario, se evidencia la necesidad de reafirmar el juego como una experiencia fundamental de la infancia, vinculada a la libertad, la imaginación y formación humana integral, lo que implica repensar las prácticas pedagógicas en la Educación Infantil desde una perspectiva crítica y emancipadora.

Biografía del autor/a

Ana Carolina Paulista Lucas, Universidade Estadual de Londrina

Mestranda em Educação na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Co-fundadora Bilinguistas - Centro de formação de professoras bilíngues e assessoria para escolas. Co-fundadora da Early Beginings, empresa de formação de professoras bilíngues com sede nos EUA. Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de São Carlos (2006) e graduação em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho (2009). É pós graduada em Cartografias da Coordenação Pedagógica pela Casa Tombada (2021). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Infância e Teoria Crítica – GEPEITC (CNPq) desde 2024. 

Marta Regina Furlan, Universidade Estadual de Londrina

Professora Associada do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da UEL (PPEdu/UEL). Membro do Conselho Editorial e Científico da Editora Ibero-Americana de Estudos em Educação. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores, Teoria Crítica de Sociedade, Infância, Educação Infantil e Práticas Pedagógicas. Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (1999), Especialização em Metodologia da Ação Docente pela Universidade Estadual de Londrina (2000). Mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2003), Doutorado em Educação pela Universidade Estadual de Maringá (2011), Pós-Doutorado em Educação pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (2015); Pós-Doutorado em Educação pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2021); Pós-Doutorado em Educação pela Universidade Federal São João Del Rei (2025). É Coordenadora do Projeto Integrado de Pesquisa e Extensão intitulado de CRITinfância: Formação de Professores para a Educação da Infância em Tempos de Travessia UEL/CNPq. É Líder do Grupo de Pesquisa ''GEPEITC - Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Infância e Teoria Crítica'' e membro dos Grupos de Pesquisa ''Infância, Educação Infantil e Formação de Professores'' da UEL, dos Grupos de Pesquisa ''Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Ética e Sociedade'', ''Teoria Crítica: Filosofia, Educação e Cultura'' da UNESP, do Grupo de Pesquisa ''Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, formação cultural e sociedade'' da UNESC, todos credenciados no CNPq.

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Publicado

2026-08-17

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