No. 42: (Jun. 2011) – Políticas Linguísticas: espaços, questões e agendas

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A partir de uma concepção conforme a qual o político atravessa o campo da linguagem, o corpo das línguas e as relações que estas travam com outras e com o(s) sujeito(s), destinamos o presente volume da Revista Letras a tratar a temática das políticas linguísticas. Nesse sentido, consideramos que seria produtivo submeter este eixo central a certas inflexões e estudar as políticas linguísticas vinculadas a espaços específicos – pensados, como veremos a seguir, em vários sentidos – e, em consequência, às questões que neles podem ser detectadas e às agendas que, em tal configuração, se interpreta que devem ser atendidas. A pesquisa sobre política(s) linguística(s) tem se destacado no campo dos estudos da linguagem como um espaço de reflexão sobre as diferentes e diversas relações que se estabelecem entre sujeitos, línguas, nações. Nesse espaço cabem olhares ampliados pelas perspectivas teóricas com as quais se detectam e abordam os vários aspectos desse complexo objeto. Em resposta à chamada para este número, recebemos uma série de artigos que foram escritos a partir de diversos lugares teóricos, por pesquisadores de diferentes instituições do Brasil e do exterior e, portanto, a partir de territórios também diversos, cruzados por línguas cujas materialidades se fazem presentes, de vários modos, na superfície dos distintos textos. Para sua apresentação, buscamos organizá-los numa sequência na qual espaços, agendas e questões configurem a emergência com que o campo da(s) política(s) linguística(s) vem se colocando para os estudos da linguagem; e essa decisão nos leva a uma distribuição em três séries.

Published: 2011-06-01
  • EXPEDIENTE

    1-2
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512319

Apresentação

  • APRESENTAÇÃO

    Eliana Rosa Sturza, Maite Celada
    3-8
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512169

Articles

  • The treatment of language diversity in Uruguayan education

    Graciela Barrios
    15-44
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512170
  • “Speaking correctly is understanding well the terminology used by white men”: toward a situated plurilingualism description for bilingual intercultural education in Argentina

    Virginia Unamuno
    45-71
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512171
  • LANGUAGE POLICY IN THE INDEPENDENT STATE OF CATALONIA

    Albert Branchadell
    73-96
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512172
  • Galician in its labyrinth: brief glotopolitics analysis

    Xoán Carlos Lagares
    97-128
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512173
  • One revolution and its linguistic impasses: Mozambique

    Bethania Mariani
    129-149
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512174
  • Official language policies in post-independence Cape Verde: the construction of a nation

    Clóris Porto Torquato
    151-184
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512180
  • Grammatical thinking and journalism: the “notes” by two educated Hispanic Americans in the first revolutionary decade in Buenos Aires.

    Elvira Narvaja de Arnoux
    189-216
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512181
  • Uruguayan public school and the national language in two historical periods: the end of the nineteenth century and mid-twentieth century

    Mariela Oroño
    217-250
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512182
  • The didactic work of Frei Caneca in the History of the Linguistic Ideas: allowance to speak configurations

    Claudia Castellanos Pfeiffer
    251-283
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512183
  • The English language in advertising discourse in Brazil: the production of in-between places

    Marisa Grigoletto
    287-313
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512184
  • School is the place to learn a foreign language: reflections about the 2011 'PNLD' (Textbook National Plan)

    Elzimar Goettenauer de Marins Costa
    315-340
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512185
  • The need of 'World Literature' in teaching French in Brazil

    Josilene Pinheiro-Mariz
    341-361
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512186
  • The art of arguing in the classroom

    Débora Massmann
    363-385
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148512187