n. 67 (2023): Estudos sobre Shakespeare

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Ao longo dos anos a crítica sobre a obra de Shakespeare se estabeleceu como um campo de estudos próprio. Semelhante a uma literatura nacional, existem eventos e séries de livros amplamente especializados na produção shakespeareana. Situado entre os pontos de encontro entre áreas de estudo como o teatro, a dramaturgia, a literatura inglesa, estudos de tradução e de adaptação, as peças e poemas são constantemente revisitadas. A diversidade de assuntos reúne uma grande variedade de interesses e de pesquisas desenvolvidas ao redor do mundo. No cenário brasileiro, o evento acadêmico Jornada Shakespeare se tornou um componente fundamental para o encontro de pesquisadores brasileiros e convidados do exterior. Além disso, o grande volume de referências à obra, estudos especializados e novas traduções atestam a permanência de Shakespeare no ambiente cultural brasileiro. Com amplitude analítica e presença constante no meio acadêmico, os estudos sobre a vasta obra dramático-poética extensa de Shakespeare continuam sendo um terreno fértil para novas metodologias de pesquisa, além de constantes revisitações.

Publicado: 2024-03-22

Apresentação

  • Apresentação de Estudos sobre Shakespeare

    Régis Augustus Bars Closel, Lawrence Flores Pereira
    1-2
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148587210

Artigos

  • Transedições: As duas lições de francês e inglês de Shakespeare

    Gary Taylor
    3-36
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148586123
  • Shakespeare & a espacialidade literária: a corte, a cidade e a floresta

    Régis Augustus Bars Closel
    37-54
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148584545
  • "De Materia Medica": médicos e enfermidades na obra de Shakespeare

    Aimara da Cunha Resende
    55-72
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148584165
  • 'Sendo forte em ambos os lados': Equivocações por heroínas shakespeareanas

    Ricardo Cardoso
    73-83
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148573571
  • Nem megera, nem boazinha: a voz desafiadora da “mulher rebelde” no drama shakespeariano

    Bárbara Novais de Lima, Fernanda Teixeira de Medeiros
    84-99
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148575156
  • Terá Shakespeare sido um pornógrafo? O caso de Lucrécia

    Leonardo Augusto de Freitas Afonso
    100-115
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148573538
  • Buscando um “Hamlet” espiritualizado: Mikhail Tchékhov e uma visão antroposófica da tragédia shakespeariana

    Graciane Borges Pires
    116-126
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148575158
  • Shakespeares na estrada

    Fernanda Medeiros
    127-137
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148575299
  • Shakespeare no palco do pós-guerra britânico: da internacionalização às releituras

    Jonathan Renan da Silva Souza
    138-148
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148575179
  • Virginia Woolf e o personagem Shakespeare em Orlando

    Nícea Helena de Almeida Nogueira
    149-156
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148575161
  • Tradução, intertextualidade e recepção da obra shakespeareana na formação da literatura brasileira

    Ana Karina Borges Braun
    157-175
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148574922
  • O que está feito está (re)feito: a tradução intersemiótica de “Macbeth”

    Iury Aragonez, Neuda Alves do Lago
    176-191
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148573535

Ensaios

  • Barbara Heliodora, um centenário (1913-2023):“o resumo e a crônica" do teatro no Brasil

    Liana de Camargo Leão
    192-211
    DOI: https://doi.org/10.5902/2176148584036