A formação do enfermeiro frente às necessidades emergentes da terminalidade do indivíduo

Stefanie Griebeler Oliveira, Alberto Manuel Quintana, Maria de Lourdes Denardin-Budó, Karla Cristiane Oliveira Bertolino, Maria Henriqueta Luce Kruse

Resumo


Este artigo pretende realizar uma reflexão sobre a formação do enfermeiro, com vistas às necessidades decorrentes do enfrentamento da finitude humana. Essa discussão faz-se relevante, frente às necessidades que emergem com o processo de morte e morrer do paciente terminal. Para contemplar esta temática, foram desenvolvidos dois tópicos: o ensino fragmentado na enfermagem frente à morte, e a formação do enfermeiro à luz do paradigma dos cuidados paliativos. Desse modo, acredita-se ser necessário modificações curriculares, buscando integrar melhor as disciplinas básicas e profissionalizantes, além de criação de núcleos de estudos sobre morte, preparando, assim, o profissional de saúde para o planejamento de cuidados ao paciente terminal. Além disso, reforça-se a importância de se preparar os docentes para esta mudança.


Palavras-chave


Descritores: Enfermagem; Ensino; Educação; Morte

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DOI: https://doi.org/10.5902/217976921996



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