A ética da compaixão como arma de combate ao pior dos mundos possíveis
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179378634113Schlagworte:
Vontade, Negação, CompaixãoAbstract
O presente artigo se propõe mostrar como podemos escapar dos sofrimentos oriundos da vontade, negando-a. Tanto a afirmação quanto a negação da vontade consiste no conhecimento de si. Quando o homem toma consciência de si enquanto fenômeno, ele se torna claro e distinto a si mesmo, livre de qualquer ilusão. Assim ele dirá que aceita a tensão entre o querer o que não tem e o entediar-se com o que possui, ou, do contrário, negará a Vontade, suprimindo o querer. Uma das vias de negação da vontade é a compaixão, que se dá quando tomamos consciência do que somos: uma unidade; e, passamos a perceber o outro como parte nossa. Passamos a visar não o bem particular, mola impulsora do egoísmo, mas o bem-estar coletivo, que restaura a união do homem com os demais seres.Downloads
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