Escuchar/escuchar: diferencias y aportaciones al pensamiento humano

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644492061

Palabras clave:

Linguagem, Escuta, Heidegger

Resumen

El objetivo de este artículo es dilucidar la diferencia significativa entre las llamadas palabras sinónimas hear y listen en los contextos de enseñanza musical en las escuelas de música. Existen aplicaciones erróneas en su uso en la vida cotidiana que generan la necesidad de aclaraciones que conduzcan a comprensiones más precisas. La investigación es de carácter bibliográfico donde se analiza el uso y las diferencias de las palabras oír y escuchar y se busca una fundamentación integral en los textos del filósofo alemán Martin Heidegger. Podemos observar el fortalecimiento y profundidad de significados de la palabra escuchar, en contraposición a oír, lo que enriquece el diálogo teórico en las clases de música y amplía los sentidos de percepción de lo que se propone en clase. Señalamos varias formas de ejercitar la escucha que son desconsideradas, como la escucha como auscultación, como observación, como disposición. Las formas señaladas especifican mejor y conducen a contextos de comprensión alejados de la duda sobre sus significados.

Biografía del autor/a

Marcos Sobral, Universidade Federal de Sergipe

Possui graduação em Música Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (2018), especialização em Psicoterapia pelo Instituto Brasileiro de Psicologia Clínica (2024) e pós-graduação (em andamento) em Psicoterapia pelo mesmo instituto. Violoncelista e Professor de Música, foi músico na Orquestra Sinfônica de Sergipe (2013) e Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Sergipe (2012-2014). Bolsista PIBID/UFS (2014-2016) e Monitor/UFS nas disciplinas Estruturação Musical I e II (2016-2018). Professor de violoncelo na Escola de Música Santa Bárbara (2013-2015), em Laranjeiras-SE, e na Escola de Artes Valdice Teles (2017-atual), Aracaju-SE, onde ministra os cursos de Teoria Musical, Percepção Musical e Prática de Conjunto. 

Danielle de Gois Santos Caldeira, Universidade de Évora

A pesquisadora é graduada em Psicologia, com habilitação para clínica, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS/Brasil), ano de conclusão: 2010. Mestra em Psicologia, com área de concentração Estudos da Subjetividade, Clínica e Subjetividade, pela Universidade Federal Fluminense (UFF/Brasil), ano de conclusão: 2012; sob a orientação do professor doutor Roberto Noaves de Sá.Doutora em Psicologia, pelo programa de pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN/Brasil), ano de conclusão: 2019; sob a orientação da professora doutora Elza Dutra e da professora doutora Irene Borges Duarte. Durante o doutorado em Psicologia participou de processo seletivo e foi contemplada com financiamento de pesquisa, ao longo dos anos em que esteve envolvida na pesquisa de doutoramento exerceu atividades, em exclusividade, de bolsista investigadora da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Paralelamente ao doutoramento em Psicologia, obteve aprovação institucional, a partir de acordo de cooperação entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN/Brasil) e a Universidade de Évora (UEvora/Portugal), para o desenvolvimento de pesquisa de doutoramento em cotutela no programa de doutoramento em Filosofia da Universidade de Évora (UÉvora/ Portugal), sob a orientação da professora doutora Irene Borges Duarte, o que repercutiu no cumprimento do currículo de doutoramento em Filosofia na Universidade de Évora (Portugal) e na obtenção do título de doutora em Filosofia (Universidade de Évora/ Portugal), concluído em junho de 2019. A Tese de doutoramento da pesquisadora foi indicada pelo programa de pós graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PpgPsi/UFRN/Brasil), a partir de seleção entre os doutorandos concludentes em 2019, para concorrer o Prêmio Teses Capes 2020. A pesquisadora tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Clínica e Psicoterapia fundamentada na Fenomenologia Existencial. Áreas de interesse: Psicologia, Psicologia Clínica, Filosofia, Fenomenologia, Fenomenologia Existencial, Fenomenologia Hermenêutica, Análise Existencial e Psicoterapia Existencial. Temas de interesse: ética, clínica psicológica, sociedade, psicologia da saúde, psicologia social, psicologia educacional, trajetórias de socialização, psicoterapia fenomenológico existencial, sanidade e adoecimento, história da filosofia, história da ética. Referências de autores estudados: Martin Heidegger, Hans-George Gadamer, Jean Paul Sartre, Michel Foucault, Georges Canguilhem, Jacqueline Russ, Hans Jonas, Adela Cortina, Hannah Arendt. 

Citas

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Publicado

2026-01-10

Cómo citar

Sobral, M., & Caldeira, D. de G. S. (2026). Escuchar/escuchar: diferencias y aportaciones al pensamiento humano. Educación, 51(1), e8/01–18. https://doi.org/10.5902/1984644492061

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