O conhecimento do belo em Schopenhauer
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179378634127Palabras clave:
Pessimismo, Soteriologia, Ideia de PlatãoResumen
Apresentaremos sumariamente o esclarecimento metafísico de Schopenhauer do belo – o qual, para ele, “recebeu pela primeira vez sua explanação apropriada durante todo o... terceiro livro” de "Die Welt als Wille und Vorstellung". Em linhas gerais, Schopenhauer aclara que o conhecimento do belo se eleva sobre o conhecimento ordinário e o científico: pois esse tem, pelo lado objetivo, os fenômenos relativos e fugazes do princípio de razão, e pelo subjetivo, o sujeito cognoscente subordinado à Vontade; enquanto que o conhecimento o do belo consiste, pelo lado objetivo, nas Idéias eternas e arquetípicas de Platão, a “objetivação mais adequada possível da Vontade”, e pelo subjetivo, o “puro e atemporal sujeito do conhecimento destituído de Vontade e sofrimento”. Contudo, o filósofo adverte que o belo ainda é um “sonho passageiro”, pois só liberta momentaneamente da Vontade, e não definitivamente, como o ascetismo.Descargas
Citas
SCHOPENHAUER, Arthur. Sämtliche Werke in fünf Bänden. Stuttgart/Frankfurt am Main: Suhrkamp, Erste Auflage, 1986.
SCHOPENHAUER, Arthur. O Mundo como Vontade e como Representação, tradução: Jair Barboza, São Paulo: Editora Unesp, 2005. 695p.
SCHOPENHAUER, Arthur. Metafísica do Belo, tradução: Jair Barboza, São Paulo: Editora Unesp, 2003. 249p.
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