Prevalencia del presentismo entre docentes de escuelas públicas en el programa de escuela de tiempo completo
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644494337Palabras clave:
Docentes, Presentismo, Salud mental en el trabajoResumen
Se trata de un estudio cuantitativo, transversal, exploratorio-descriptivo, con muestreo por conveniencia, cuyo objetivo fue identificar la prevalencia del presentismo en docentes que trabajan en Escuelas de Tiempo Completo. El presentismo se caracteriza por la presencia del trabajador/a en el lugar de trabajo aunque se sienta mal o esté enfermo/a. Como instrumentos se utilizaron la Escala de Presentismo de Stanford (SPS-6) y un Cuestionario Sociodemográfico y Ocupacional elaborado especialmente para este estudio. La recolección de datos se realizó en las instalaciones de cinco escuelas ubicadas en un municipio del interior del estado de São Paulo. Del total estimado de 135 docentes, participaron 117. El perfil de la muestra revela una predominancia de docentes mujeres (79,5%), docentes en el rango de edad entre 41 y 50 años (38,3%) y casados/as (47,0%). El 41,9% ejerce la función docente desde hace más de 20 años, el 28,2% trabaja en la institución educativa entre 2 y menos de 10 años y ocupa funciones en la Escuela de Jornada Completa entre 2 y menos de 5 años. Los resultados del SPS-6 revelaron que 52 participantes (44,4%) presentaron respuestas relacionadas con aspectos psicológicos: dificultad para mantener la concentración e interferencias en la capacidad de finalizar tareas laborales. Los resultados alertan sobre la necesidad de implementar acciones preventivas y de promoción de la salud en esta categoría profesional.
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