SEM TEMPO PARA BRINCAR: AS CRIANÇAS, OS ADULTOS E A TIRANIA DOS RELÓGIOS

Roselaine Kuhn, António Camilo Cunha, Andrize Ramires Costa

Resumo


Qual é o tempo destinado às brincadeiras das crianças na escola? Faz sentido ter “horacerta” para brincar? De um lado temos o tempo cronometrado, medido, regulado pelaopressão dos relógios dos adultos,concebido pela objetividade dos números, doscalendários, horários e rotinas, representante do mundo pensado (racionalizado). Deoutro, o tempo sentido e percebido pelas crianças, a subjetividade, a experiência e oacontecimento, representantes do mundo vivido (fenomenológico). Adiscussãodemarcaas consequências devastadoras no brincar das crianças quefrequentam escolas que aspiram ser produtivas através do culto à velocidade,desrespeitando as singularidades da corporeidade e da dimensão lúdica.

Palavras-chave


Tempo; Brincar; Fenomenologia; Racionalidade.

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DOI: https://doi.org/10.5902/2316546418230



Avaliação Qualis Capes (2014):

B4- Educação Física / B3- Interdisciplinar e Psicologia / B5- Educação 

Periodicidade: contínua

ISSN: 2316-5464 online

DOI: 10.5902/23165464

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