Arboreal diversity in dairy-producing properties in the Arroio da Seca micro-river basin, Rio Grande do Sul, Brazil

Cristian Mateus Zerwes, Claudete Rempel, Ana Paula de Borba Morás

Abstract


The Deciduous Seasonal Forest (DSF) in Rio Grande do Sul (RS) is fragmented and partially protected by environmental legislation [Legal Reservation (LR) and Permanent Preservation Area (PPA)]. The aim of this study was to characterize diversity of the arboreal species situated in LR and PPA of 12 dairy-producing properties in the Arroio da Seca micro-river basin. A total of 398 plots with 100m² were used, and height, perimeter, and species were recorded. Phytosociological parameters were calculated using an electronic spreadsheet. Richness of 130 species was recorded as well as a Shannon-Wiener index of 3.79 (0.04). Ninety percent of the sampled area is in the early and intermediate stages of regeneration and most species with high importance value are typical of secondary vegetation. The PPA had higher estimated richness and diversity than the LR; however, there was higher infestation of exotic species in the PPA.


Keywords


Atlantic Forest. Phytosociology. Deciduous Seasonal Forest.

Full Text:

HTML

References


ANGIOSPERM PHYLOGENY GROUP IV. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants. 2016; Bot. J. Linn. Soc. 181:1-20.

ARIOTTI AP, EICHLER FE, FREITAS EM. Estrutura do componente arbóreo e arborescente de um fragmento urbano no município de Sério, Rio Grande do Sul, Brasil. 2016; Ci. Fl. 26(3):687-98.

AYRES M, AYRES-JR M, AYRES DL, SANTOS AS. BioEstat - Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. 5th ed. Belém: Ong Mamiraua; 2007. 364 p.

BACKES P, IRGANG B. Árvores do Sul: guia de identificação & interesse ecológico. 2nd ed. Porto Alegre: Paisagem do Sul editora; 2009. 322 p.

BARBIERI RL, GOMES JCC, ALERCIA A, PADULOSI S. Agricultural biodiversity in Southern Brazil: integrating efforts for conservation and use of neglected and underutilized species. 2014; Sustainability 6:741-57.

BRASIL. Resolução Nº 33/94 - Define estágios sucessionais das formações vegetais que ocorrem na região da Mata Atlântica do Estado do Rio Grande do Sul, visando viabilizar critérios, normas e procedimentos para o manejo, utilização racional e conservação da vegetação natural. Brasília (Brasil): Biomas – Estágios sucessionais da vegetação da Mata Atlântica, Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA); 1994.

BRASIL. Lei Nº 11.428/06 - Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, e dá outras providências. Brasília (Brasil): Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos; 2006.

BRASIL. Lei Nº 12.651/12 - Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa; altera as Leis nºs 6.938, de 31 de agosto de 1981, 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e 11.428, de 22 de dezembro de 2006; revoga as Leis nºs 4.771, de 15 de setembro de 1965, e 7.754, de 14 de abril de 1989, e a Medida Provisória nº 2.166-67, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Brasília (Brasil): Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos; 2012.

BRENA DA, SEMA/RS, UFSM, DEFAP. Relatório final do inventário florestal contínuo do Rio Grande do Sul. Coordenação geral de Doádi Antônio Brena. Santa Maria: UFSM. 2001. Avaiable from: http://coralx.ufsm.br/ifcrs/frame.htm.

BUDKE JC, JARENKOW JA, OLIVEIRA-FILHO AT. Tree community features of two stands of riverine forest under different flooding regimes in Southern Brazil. 2008; Flora 203:162-74.

CALLEGARO RM, ARAÚJO MM, LONGHI SJ. Fitossociologia de agrupamentos em Floresta Estacional Decidual no Parque Estadual Quarta Colônia, Agudo-RS. 2014; Rev. Bras. Ciênc. Agrar. 9:590-8.

COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS (CPRM), MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME) (Porto Alegre/RS). Mapa geológico do estado do Rio Grande do Sul, 2006. 1 mapa. Escala: 1:750.000.

COURCHAMP F, FOURNIER A, BELLARD C, BERTELSMEIER C, BONNAUD E, JESCHKE JM et al. Invasion Biology: Specific problems and possible solutions. 2017; Trends in Ecology & Evolution 32(1):13-22.

DEPARTAMENTO DE BIODIVERSIDADE. Requerimento visando recuperação de áreas protegidas com supressão de espécies exóticas. Formulários, roteiros e termos de referência. 2015.

FABBRO-NETO F, MARQUES EM, SANTOS FS, MONTAÑO M. Critérios técnicos e de participação social para a recuperação florestal: quais as diferenças na definição de áreas prioritárias? 2014; Eng. Sanit. Ambient. 19:353-60.

FELFILI JM, ROITMAN I, MEDEIROS MM, SANCHEZ M. Procedimentos e métodos de amostragem de vegetação. In: FELFILI JM, EISENLOHR PV, MELO MMRF, ANDRADE LA, MEIRA-NETO JAA, editors. Fitossociologia no Brasil: métodos e estudos de casos. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa; 2011. p. 86-121.

FELKER RM, ROVEDDER APM, STEFANELLO MM, HUMMEL RB, PIAIA BB, PIAZZA EM. Caracterização florística e estrutural de um fragmento florestal na região central do Rio Grande do Sul. 2018; Nativa 6(1):73-8.

FONSECA DA, BACKES AR, ROSENFIELD MF, OVERBECK GE, MÜLLER SC. Avaliação da regeneração natural em área de restauração ecológica e mata ciliar de referência. 2017; Ci. Fl. 27(2):521-34.

FREITAS VP, ORTIGARA RJ. O pagamento por serviços ambientais e a preservação e gestão de recursos hídricos no estado do Paraná. 2017; Argumentum 18(3):645-63.

HAMMER Ø, HARPER DAT, RYAN PD. PAST: Paleontological statistics software package for education and data analysis. 2001; Palaeontologia Electronica 4:1-9.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Manual Técnico da Vegetação Brasileira: sistema fitogeográfico inventário das formações florestais e campestres técnicas e manejo de coleções botânicas procedimentos para mapeamentos. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. 274 p.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE) [Internet]. Brasília: Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (BR). Mapa da Área de Aplicação da Lei nº 11.428 de 2006. 2012. Avaiable from: https://www.mma.gov.br/estruturas/sbf_chm_rbbio/_arquivos/mapa_de_aplicao_da_lei_11428_mata_atlantica.pdf

INFRAESTRUTURA NACIONAL DE DADOS ESPACIAIS (INDE) [Internet]. Visualizador da INDE. 2016. Avaiable from: https://visualizador.inde.gov.br/.

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA (INMET) [Internet]. Clima: boletins climáticos para o Rio Grande do Sul – ANO 2012. 2012. Avaiable from: http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=clima/boletimRioGrandeDoSul.

JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO (REFLORA) [Internet]. Lista de espécies da flora do Brasil: Flora do Brasil 2020 – Algas, Fungos e Plantas. 2016. Avaiable from: http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/listaBrasil/ConsultaPublicaUC/ResultadoDaConsultaNovaConsulta.do#CondicaoTaxonCP.

KOEPPEN W. Climatologia: con un estúdio de los climas de la tierra. Mexico – Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica; 1948.

LIMA LKS, BARBOSA AJS, SILVA RTL, ARAÚJO RC. Distribuição fitossociológica da comunidade de plantas espontâneas na bananicultura. 2012; Revista Verde 7(4):59-68.

LUCHETA M, PAVAN AM, SCHERER LC, NICOLINI G, FREITAS EM. Estrutura da comunidade arbórea de um fragmento de mata ciliar do rio Taquari, Colinas, Rio Grande do Sul. 2014; Revista Jovens Pesquisadores 4(1):19-31.

LUCHETA F, TEIXEIRA M, KOCH NM, FREITAS EM. Estrutura da comunidade arbórea de um fragmento de floresta ribeirinha do rio Taquari, Lajeado, Rio Grande do Sul, Brasil. 2015; Iheringia, Série Botânica 70(2):343-55.

LUCHETA F, NICOLINI G, JUNIOR GLE, TREMARIN M, TEIXEIRA M, AREND U et al. Phytosociological study of a riverine forest remnant from Taquari river, State of Rio Grande do Sul, Brazil. 2018; Hoehnea 45(1):149-58.

MAIEVES HA, RIBANI RH, MORALES P, SÁNCHEZ-MATA MC. Evolution of the nutritional composition of Hovenia dulcis Thunb. pseudofruit during the maturation process. 2014; Fruits 70:181-7.

MARKUS E, MORÁS APB, FREITAS EM, REMPEL C. Análise estrutural da comunidade arbórea da mata ciliar de três cursos d’água em propriedades produtoras de leite do Vale do Taquari, RS. 2018; Pesquisas Botânica 71:63-76.

MELO NA, DELEVATI DM, PUTZKE J, LOBO EA. Phytosociological survey in water preservation areas, Southern, Brazil. 2016; Bot. Rev 82(4):359-70.

MINISTÉRIO DO EXÉRCITO. Garibaldi: Folha SH.22-V-D-II-4 MI 2952/4. Diretoria de Serviço Geográfico, Rio de Janeiro, 1980a.

MINISTÉRIO DO EXÉRCITO. Lajeado: Folha SH.22-V-D-II-3 MI 2952/3. Diretoria de Serviço Geográfico, Rio de Janeiro, 1980b.

NAUJORKS E, LAINDORF BL, PUTZKE J. Levantamento fitossociológico de vegetação ciliar do Arroio Andreas na localidade de Vera Cruz, RS, Brasil. 2015; Cad. pesqui. sér. biol. 27(2):6-19.

REMPEL C, MORÁS APB, BICA JB, HERRMANN MF. Flora arbórea e arborescente de Áreas de Preservação Permanente em propriedades rurais produtoras de leite no Vale do Taquari, Rio Grande do Sul, Brasil. 2018; Pesquisas, Botânica 71:29-45.

RIO GRANDE DO SUL. Portaria Nº 79/13 - Reconhece a lista de espécies exóticas invasoras do estado do Rio Grande do Sul e demais classificações, estabelece normas de controle e dá outras providências. Porto Alegre (Rio Grande do Sul): Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (SEMA/RS); 2013.

SCIPIONI MC, GALVÃO F, LONGHI SJ, PEDRON FA. Gradiente ambiental em comunidades arbóreas no baixo rio Jacuí. 2015; Cienc. Rural 45(10):1802-8.

SOBRAL M, JARENKOW JA, BRACK P, IRGANG B, LAROCCA J, RODRIGUES RS. Flora arbórea e arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. 2st ed. São Carlos: RiMa; 2013.

SPELLMEIER J, PÉRICO E, HAETINGER C, FREITAS EM, MORÁS APB. Effect of grazing on the plant community of a Southern Brazilian swamp. 2019; Floresta Ambient. 26(3):1-10.

TEIXEIRA M, PAVAN AM, SCHERER LC, NICOLINI G, FREITAS EM. Estrutura da comunidade árborea de um fragmento de mata ciliar do Rio Taquari, Colinas, Rio Grande do Sul. 2014; Revista Jovens Pesquisadores 4:19-31.

TEIXEIRA M, JUNIOR GLE, NICOLINI G, DAMETTO N, LUCHETA F, PÉRICO E et al. Structure of the arboreal community of a riparian forest in southernmost Brazil. 2017; Rev. Bras. Bot. 41(1):77-89.

TURCHETTO F, ARAUJO MM, CALLEGARO RM, GRIEBELER AM, MEZZOMO JC, BERGHETTI ALP et al. Phytosociology as a tool for forest restoration: a study case in the extreme South of Atlantic Forest Biome. 2017; Biodiversity and Conservation 26(6):1463-80.

VAN-WILGEN BW, RICHARDSON DM. Challenges and trade-offs in the management of invasive alien trees. 2014; Biol. Invasions 16:721-34.

WANDSCHEER ACD, BORELLA J, BONATTI LC, PASTORINI LH. Atividade alelopática de folhas e pseudofrutos de Hovenia dulcis Thunb. (Rhamnaceae) sobre a germinação de Lactuca sativa L. (Asteraceae). 2011; Acta Bot. Bras. 25:25-30.

WOLLMANN LM, BASTOS LC. Novo código florestal e reserva legal em propriedades rurais do município de Porto Alegre/RS. 2015; Cienc. Rural 45(3):412-17.

ZERWES CM, REMPEL C, MARANHO LT, SCHNEIDER JK. Importance of the review on floristic and phytosociological studies of the arboreal stratum of the seasonal deciduous forest of the Serra Geral slope, Rio Grande do Sul, Brazil, to support proposals for sustainable management. 2018; Ci. e Nat. 40:1-20.




DOI: https://doi.org/10.5902/2179460X39503

Copyright (c) 2020 Ciência e Natura

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.

Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.