La Educación Inclusiva según las Voces de los Profesores
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644493774Palabras clave:
Desarrollo Profesional Docente, Enseñanza, Educación InclusivaResumen
Este artículo investiga cómo se estructuran e implementan las prácticas pedagógicas inclusivas en las escuelas públicas. La investigación se basó en cómo se desarrollan las prácticas de inclusión y si los programas de formación continua las apoyan. La metodología, cualitativa y exploratoria, se centró en el lugar de trabajo de la autora: la EEEM Barão do Cêrro Largo en Rio Grande, RS. Los datos se recopilaron a través de entrevistas semiestructuradas con docentes que trabajan con estudiantes en educación inclusiva. Se utilizó el Análisis Textual Discursivo (ATD) para procesar y sintetizar la información, lo que dio como resultado cuatro categorías principales que describen los elementos clave de las prácticas de inclusión: La mirada minuciosa del docente, que resalta el papel crucial de la empatía y la intencionalidad pedagógica en el aprendizaje de los estudiantes con discapacidades; La formación continua, que revela la búsqueda proactiva de conocimiento por parte de los docentes a pesar de las brechas en las políticas de formación; La falta de monitores, que señala la escasez de apoyo especializado que compromete la inclusión y sobrecarga a los docentes; y el Apoyo Educativo Especializado (AEE), que se destaca como un centro de apoyo pedagógico que ofrece orientación específica y materiales adaptados. Los resultados muestran que, a pesar de los esfuerzos individuales de los docentes, la consolidación de la inclusión depende de inversiones institucionales (tanto en estructura como en formación) para garantizar una educación de calidad para todos los estudiantes, especialmente aquellos con necesidades especiales.
Citas
AMAR. Blog da Associação de Pais e Amigos dos Autistas do Rio Grande. Nossa História. Disponível em: <https://amarrg.wordpress.com/nossahistoria/>. Acesso em: 11 maio 2025.
APAE. DE PAIS, Associação; DOS EXCEPCIONAIS, Amigos. APAE-Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. 2015.
ARANHA, M.S.F. Referenciais para construção de sistemas educacionais inclusivos – a fundamentação filosófica – a história – a formalização. Versão preliminar. Brasília: MEC/SEESP, nov. 2003.
BRASIL. Casa Civil. Decreto n. 7.611, de 17 de novembro de 2011. Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências. Brasília/DF: Presidência da República, 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7611.htm. Acesso em 16 abr. 2020.
BRASIL. Documento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília, 2008
CARVALHO, Mônica de Carvalho Magalhães. A perspectiva da neurociência e a escola: relações possíveis. Educar em Revista, Curitiba, n. 41, p. 531-547, jul./set. 2011. Disponível em: https://www.scielo.br/j/er/a/wFjkM4g7cwN8K6bpQt4sCWN. Acesso em: 12 jun. 2025.
COSENZA, Ramon; GUERRA, Julio. Manual de neuroeducação. Porto Alegre: Artmed, 2011.
DRAGO R; RODRIGUES P. Contribuições de Vygotsky para o desenvolvimento da criança no processo educativo: Algumas reflexões. Revista FACEVV, Vila Velha, n. 3, jul/dez 2009, p. 49-56
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.
GIL, M. Educação inclusiva: o que o professor tem a ver com isso? Universidade de são Paulo, 2005.
IMBERNÓN, F. (2010). Formação continuada de professores. Tradução de J.S. Padilha. Artmed.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar. O que é? Por quê? Como fazer? 1ª reimpr. São Paulo: Summus, 2015.
MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2006.
MORAES, Roque; GALIAZZI, Maria do Carmo. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Revista e ampliada, 3 ed. Editora Unijuí. 2012.
NÓVOA, A. A formação contínua entre a pessoa-professor e a organização-escola. Lisboa: Educa. 2002
ROPOLI, E. A. et.al. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva. Brasília, 2010. Disponível em: Acesso em: 15 de outubro de 2014.
SCHÖN, Donald A. Educating the Reflective Practitioner. San Francisco: Jossey-Bass, 1987 (edição em português: Educando o profissional reflexivo, Artmed, 2000).
TARDIF, M. Saberes docente e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2005.
TARDIF, Maurice; LESSARD, Caroline. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Petrópolis: Vozes, 2005.
TOLEDO, E. H; MARTINS, J. B. A atuação do professor diante do processo de inclusão e as contribuições de Vygotsky. In: IX Congresso Nacional de Educação-EDUCERE-PUC PR. 2009. VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VIGOTSKI, L.S. Obras Completas – Tomo Cinco: Fundamentos de Defectologia/Tradução do Programa de Ações Relativas às Pessoas com Necessidades Especiais (PEE); revisão da tradução por Guillermo Arias Beatón. — 2.ed. Cascavel, PR: EDUNIOESTE, 2022.
VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. Rio de Janeiro: Martins Fontes, (1998).
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Educación

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0)
Declaramos o artigo _______________________________ a ser submetido para avaliação o periódico Educação (UFSM) é original e inédito, assim como não foi enviado para qualquer outra publicação, como um todo ou uma fração.
Também reconhecemos que a submissão dos originais à Revista Educação (UFSM) implica na transferência de direitos autorais para publicação digital na revista. Em caso de incumprimento, o infrator receberá sanções e penalidades previstas pela Lei Brasileira de Proteção de Direitos Autorais (n. 9610, de 19/02/98).
_______________________________________________________
Nome completo do primeiro autor
CPF ________________

