Resiliencia y emancipación humanas: perspectivas antagónicas en la defensa de la educación

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644471226

Palabras clave:

Educación, Resiliencia, Emancipación humana

Resumen

A partir de una investigación bibliográfica y a la luz del Materialismo Histórico y Dialéctico, el texto pretende ofrecer aportes al debate sobre la dualidad que orienta la educación en la sociedad capitalista, que se organiza en la defensa de la educación para la resiliencia y la educación para la emancipación humana. Por tanto, el texto analiza las dos perspectivas presentes en la defensa de la educación para la clase trabajadora y destaca los intereses reales que están presentes en tales propuestas: la conservación o transformación de una sociedad desigual, basada en la explotación de la mano de obra. Los análisis indican que la educación para la resiliencia se encuentra con los intereses capitalistas para formar individuos adaptados y subordinados a sus dictados, mientras que la educación para la emancipación humana, sistematizada en el pensamiento libre y en una cultura sólida y amplia, posibilita la construcción de una nueva era, basada en igualdad y libertad entre los individuos.

Biografía del autor/a

Simone de Fátima Flach, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos - UFSCar. Docente do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG.

Aldimara Catarina Brito Delabona Boutin, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG. Professora de História da Rede Pública do estado do Paraná.

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Publicado

2025-10-01

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