La accesibilidad como dispositivo: diferencia, subjetivación e inclusión en la educación
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X93482Palabras clave:
Accesibilidad, Filosofía de la Diferencia, Dispositivo, Subjetivación, AlteridadResumen
Este ensayo investiga la noción de accesibilidad en la educación inclusiva desde un enfoque eminentemente teórico, combinando aproximaciones de la Pedagogía Especial, el Modelo Social de la Discapacidad, la Psicología y la Filosofía de la Diferencia. La accesibilidad se problematiza como una construcción histórico-discursiva, entrelazada en regímenes de saber-poder que normativizan los cuerpos, las competencias y las formas de aprender, y que enmarcan prácticas institucionales, discursivas y administrativas que producen sujetos incluidos y excluidos. A continuación, se analiza el Modelo Social de la Discapacidad como paradigma crítico que desplaza el foco del individuo per se hacia las barreras sociales e institucionales, proponiendo una relectura de las subjetivaciones que emergen de esos enfrentamientos. La Filosofía de la Diferencia, por su parte, se moviliza para cuestionar las categorías de normalidad y uniformidad, afirmando la singularidad radical del sujeto. Se propone, así, un enfoque crítico e interdisciplinar de la accesibilidad, orientado a la construcción de espacios educativos que reconozcan la diferencia como valor y no como déficit.
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