Physics Beyond Sight: Development of a tactile-sensory teaching material for teaching Geometric Optics to visually impaired people
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984686X93366Keywords:
Teaching, Optical Physics, Visual ImpairmentAbstract
The increase in visually impaired (VI) students in mainstream education, driven by new educational guidelines, has challenged physics teachers to develop inclusive practices, especially in traditionally visual areas, such as geometric optics. This work presents the development of tactile-sensory prototypes constructed from MDF, derived from scraps of planned furniture, as a pedagogical tool for teaching optical phenomena to blind or low-vision students. Based on Vygotsky’s theory and the work of Éder Pires Camargo, the methodology consisted of a literature review and the creation of physical models representing phenomena such as reflection, refraction, diffraction, and image formation in lenses and spherical mirrors. The results demonstrate that the use of tactile-sensory resistant materials allows students with VI to construct mental models of physical concepts through touch, overcoming learning barriers without the mandatory need for Braille, which is often unknown to students and teachers. It is concluded that tactile-sensory communication is an effective strategy to promote equitable learning and school inclusion, humanizing the educational process and providing equity in the classroom.
Downloads
References
Ayres, A. J. (1989). Sensory integration and praxis tests (SIPT). Los Angeles, CA: Western Psychological Services.
BAUMAN, Z. Ética pós moderna. 2. Ed. Madrid: Siglo XXI de Espana Editores, 2006.
Baumel, R.C.R (2003). Formação de Professores: algumas reflexões. Em: Ribeiro, M. L. S. e Baumel, R. C. R. (Org.), Educação Especial: Do querer ao fazer. (p. 27-40). São Paulo: Avercamp.
Brasil. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. 1996.
Brasil. Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 dez. 2000.
Brasil. Lei nº 10.753, de 30 de outubro de 2003. Institui a Política Nacional do Livro. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 31 out. 2003.
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.
Camargo, E.P. de Ensino de óptica para alunos cegos: possibilidades. Curitiba: Editora CRV, 2011.
Camargo, E.P. Diversidade sensorial no processo ensino/aprendizagem de física: questão apenas de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais? Anais: XIII EPEF, Foz Do Iguaçu, 2011.
Camargo, E.P. O Perceber e o Não Perceber: algumas reflexões acerca do que conhecemos por meio de diferentes formas de percepção. In: MASINI,
E.F.S. et. Al. Perceber, Raiz do Conhecimento. São Paulo: Vetor, 2012b.
Camargo, E. D., Nardi, R., Maciel Filho, P. R. P, & Almeida, D. D. (2008). Como ensinar óptica para alunos cegos e com baixa visão. Física na escola, 9(1), 20-25.
Cruz, v. S.; rosa, P. I. Recurso tecnológico multissensorial para construção de gráficos por alunos cegos. REVISTA EDUCAÇÃO ESPECIAL, v. 37, p. 01,2024.
Da silva, G. X., Oliveira, Uri, and Buffon, Alessandra Daniela. O ensino de óptica geométrica para pessoas cegas ou com deficiência visual: uma revisão bibliográfica. Revista Valore 7 (2022):7007.
Del rio, v. Introdução ao desenho urbano no processo de planejamento. Um. Ed. São Paulo: PINE, 1990.
Denzin, N. K; Lincoln, I. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006.
Dickman, A. G.; Pertence, M. L. B.. Símbolos táteis para o ensino de óptica geométrica a estudantes com deficiência
VisuaL. Benjamin Constant 30.8 (2024):1-22.
Ferreira, Ângelo Mendes et. al. Formação continuada para professores na educação especial e inclusiva: um caminho para equidade na aprendizagem. Revista Foco, v. 17, n.7, p. e5478-e5478, 2024.
IBGE – instituto brasileiro de geografia e estatística. Censo Brasileirode 2010. Rio de Janeiro: IBGE, 2012.
IBGE – Instituto Brasileiro De Geografia E Estatística. Censo Brasileiro de 2023.
Rio de Janeiro: IBGE, 2025.
Lindstrom, M. (2007). Brandsense: A Marca Multissensorial. São Paulo: Artmed.
Moreira, F. D. S. Programa de comunicação alternativa tátil: comunicação por meio de conexões táteis. Revista Teias, Rio de Janeiro, v. 22, n. 66, p. 309-324, 2021. Disponível em https://www.epublicacoes.uerj.br/index.php/revistateias/article/view/52640/38769. Acesso em: 29 de dez de 2025.
Moreira, L. C. A universidade e o aluno com necessidades educativas especiais: reflexões e proposições. Em M. L. S. Ribeiro e R. C. R. Baumel (Org), Educação Especial - Do querer ao fazer (pp. 81-93). São Paulo. Avercamp.
Ochaita, E.; Rosa, A. Percepção, ação e conhecimento nas crianças cegas. In: COLL, C.; PALÁCIOS, J.; MASCHESI, A. (Org.). Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995. p.183-197.
OMS. Organização Mundial de Saúde. Relatório Mundial de Violência e Saúde. Genebra: OMS, 2002.
Piaget, J. Para onde vai a educação, Lisboa: Livros Horizonte, 1978. SKINNER, B.
F. Verbal behavior New Jersey: Prentice-Hall, 1957.
Tardif, M. E C. Lessard (2005). O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas (Trad. João Batista Kreuch) 2ª Ed. Petrópolis: Vozes.
Veraszto, E. Vi., et. Al. Inclusão escolar e formação de professores: análise de propostas de ensino de óptica geométrica para alunos deficientes visuais. Simpósio Nacional deEnsino de Física 23 (2019).
Vieira, M. M. F.; Zouain, D. M. Pesquisa qualitativa em administração: teoria e
prática. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2005.
Vygotsky, L. S. A construção do pensamento e da linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
Vygotsky, L. S. A formação social da mente. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Special Education Magazine

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Declaration of originality
We declare that all articles present in the journal Revista Educação Especial (UFSM) are originals and were not submitted for publishing on any other publication, as a whole or a fraction. We also declare that, after being published by Revista Educação Especial (UFSM), a paper will not be submitted to another journal within two years. After this time, our journal transfers the publishing rights to the authors, with a permit granted by the Editorial Council.
We also acknowledge that the originals’ submission to Revista Educação Especial (UFSM) implies on a transference of copyright for physical and digital publishing to the journal. In case of noncompliance, the violator will receive sanctions and penalties predicted by the Brazilian Copyright Protection Law (n. 9610, dated 19/02/98).


