ANÁLISE CRÍTICA DO CONCEITO DE “ECONOMIA VERDE” NA DECLARAÇÃO RIO +20: O INCENTIVO À PESQUISA DE BIOTECNOLOGIA AGRÍCOLA.

Tatianna Gomes Voronkoff Carnaúba

Resumo


Este artigo tem por objetivo analisar criticamente o discurso ligado à criação do termo “Economia Verde” e o destaque de sua utilização na Declaração Rio +20, principalmente no que diz respeito aos seus compromissos com a meta de proteção ambiental e inclusão social a partir de políticas de incentivo à pesquisa biotecnológica agrícola em âmbito mundial e no Brasil. O tema é relevante em virtude dos efeitos negativos causados pela instrumentalização política do termo “Economia Verde” enquanto diretriz para a elaboração de estratégias socioeconômicas ambientalmente responsáveis. Para alcançar este objetivo foi realizado um levantamento bibliográfico sobre o assunto, com ênfase em artigos científicos. Conclui-se que o termo “Economia Verde” pouco oferece para a efetivação concreta de políticas de proteção ambiental socialmente inclusivas.


Palavras-chave


Direito Ambiental, Direito Internacional

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DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2316305411661

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