La Química que el Currículo No Cuenta: Decolonialidad, Epistemologías del Sur y el Fin del Universalismo Científico
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644495893Palabras clave:
Educación Química, Decolonialidad, Epistemologías del SurResumen
Este artículo tiene como foco los fundamentos de una Educación Química Decolonial, con el objetivo de confrontar la colonialidad epistémica presente en el currículo hegemónico del área. Se adopta como enfoque metodológico un análisis fundamentado en las Epistemologías del Sur, investigando cómo la ciencia moderna-colonial, especialmente la Química, ha promovido el epistemicidio al subalternizar saberes locales y tradicionales sobre la materia y sus transformaciones en diferentes contextos socioculturales. Los resultados evidencian que la descolonización de la enseñanza de la Química requiere la deconstrucción de tres pilares: el currículo universalizante, la narrativa histórica eurocéntrica y la didáctica de enseñanza bancaria. En contrapartida, se proponen principios para una praxis pedagógica intercultural basada en el diálogo de saberes, la contextualización radical y la problematización de las relaciones de poder en la producción del conocimiento químico. La educación química decolonial se comprende, en este estudio, como una praxis pedagógica intercultural fundada en el diálogo horizontal de saberes y en el reconocimiento de las epistemologías indígenas, quilombolas y populares como legítimas no como apéndices del currículo, sino como fuentes constitutivas de una comprensión ampliada y crítica de los fenómenos. Se concluye que la formación docente constituye un eje estratégico esencial para la construcción de una educación química emancipadora, crítica y comprometida con la justicia cognitiva y la pluralidad epistémica.
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