La Educación Escolar Indígena es un Derecho, pero Tiene que Ser a Nuestra Manera: Un Diagnóstico Crítico sobre la Formación de Profesores Indígenas en Amapá y el Norte de Pará

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644492662

Palabras clave:

Educación Escolar Indígena, Formación de Profesores, Neoliberalismo

Resumen

Este artículo analiza los desafíos en la formación de profesores indígenas en los estados de Amapá y el norte de Pará, en un contexto histórico marcado por tensiones entre políticas estatales asimilacionistas y las luchas de los pueblos originarios por una educación diferenciada, bilingüe e intercultural. La Constitución de 1988 representó un hito legal importante al reconocer los derechos indígenas y prever una educación específica. Sin embargo, la implementación de estas políticas sigue siendo frágil. Se destaca, como conquista relevante, la creación de la Licenciatura Intercultural Indígena en la Universidad Federal de Amapá, fruto de intensas movilizaciones políticas y articulaciones institucionales. No obstante, el avance del ideario neoliberal impuso a la educación una lógica orientada a la eficiencia y la meritocracia, precarizando la enseñanza, fragmentando las políticas formativas y debilitando el protagonismo indígena. La investigación, basada en un enfoque bibliográfico asociado al análisis documental, evidencia que las escuelas indígenas constituyen espacios estratégicos de disputa entre la reproducción de la lógica del capital y la afirmación de las identidades étnicas. Se concluye que, a pesar de los avances, persisten obstáculos estructurales y políticos, siendo fundamental garantizar políticas públicas continuadas y valorar los saberes tradicionales en la construcción de una educación verdaderamente emancipadora e intercultural.

Biografía del autor/a

Wollacy Esquerdo Lima, Universidade Federal do Amapá

Doutorando em Educação na UNIFAP. Graduado em Pedagogia e Matemática, Possui o Título de Mestre em Educação pela mesma instituição.  Nas atividades profissionais atua como professor do Ensino Superior nos cursos de Licenciatura e Pós-graduação Lato Sensu na área da educação desde 2020 . Ministra disciplinas ligadas a Formação Docente, Currículo, Psicologia da Educação, Educação Escolar Indígena e outras áreas que cercam a epistemologia da Educação, Culturas e Diversidades.

Alexandre Adalberto Pereira, Universidade Federal do Amapá

Doutor em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Uberlândia (2013). Mestre em Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás (2008). Graduado em Licenciatura Plena em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás (2003) . Professor associado da Universidade Federal do Amapá. Atua no Curso de Licenciatura em Artes Visuais e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amapá. 

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Publicado

2026-04-17

Cómo citar

Lima, W. E., & Pereira, A. A. (2026). La Educación Escolar Indígena es un Derecho, pero Tiene que Ser a Nuestra Manera: Un Diagnóstico Crítico sobre la Formación de Profesores Indígenas en Amapá y el Norte de Pará. Educación, 51(1), e61/01–22. https://doi.org/10.5902/1984644492662