La formación del profesorado desde una perspectiva decolonial: itinerarios propositivos basados en el multiaprendizaje crítico
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644487277Palabras clave:
Multiliteracidades críticas, Formación del profesorado, DecolonialidadResumen
Discutir la formación docente, desde una perspectiva decolonial, representa una ruptura con el paradigma eurocéntrico, señalando otras formas de promover procesos de formación que consideren diferentes culturas, razas y conocimientos construidos a lo largo de la historia humana. Los procesos de formación, a su vez, deben considerar las demandas de la educación contemporánea, así como sus actores sociales. Es en este sentido que el estudio propuesto busca investigar cómo las multiliteracidades críticas pueden brindar propuestas para la formación docente descolonial, presentando reflexiones sobre la importancia de pensar este proceso desde perspectivas centradas en la descolonialidad. Para ello, a través de un enfoque cualitativo y basado en la epistemología de la praxis, se realizó un estudio bibliográfico para crear entendimientos sobre la formación docente decolonial, así como identificar cómo las multiliteracidades críticas pueden presentar posibilidades para el desarrollo de un pensamiento decolonial, en enseñando. Se realizaron estudios y diálogos con autores que discuten sobre formación docente, decolonialidad, multiliteracidades críticas, como: Nóvoa (2010), Quijano (2009), Rigal (2000), Flecha e Tortajada, (2000), Freire (1996), Street (2014), Walsh (2009), Ghedin (2012) y Silva (2018). Dada la reflexión construida en este estudio, presentamos propuestas de formación desde una perspectiva decolonial, basadas en multiliteracidades críticas: 1. Ampliar los espacios donde se construyen las alfabetizaciones, más allá de la escuela; 2. Repensar el currículo desde una perspectiva decolonial; 3. Diseñar procesos de formación para que los docentes se conviertan en actores sociales autónomos; 4. Desarrollar una pedagogía intercultural; 5. Incentivar al docente a autorizarse en la elaboración de teorías y prácticas.
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