Avaliação da fragilidade de idosos em tratamento quimioterápico ambulatorial

Josiane Caroline Zimmermann, Margrid Beuter, Jamile Lais Bruinsma, Ana Cristina Geiss Casarolli, Caren da Silva Jacobi, Larissa Venturini

Resumo


Objetivo: caracterizar e verificar a fragilidade de idosos em tratamento quimioterápico ambulatorial em um Hospital Universitário da região Sul do Brasil e, identificar a associação entre a fragilidade e as variáveis: efeito quimioterápico, tempo de tratamento e doenças autorreferidas. Método: estudo transversal desenvolvido com 70 idosos em um ambulatório de quimioterapia, de agosto a setembro de 2014, por meio da Edmonton Frail Scale e do formulário de caracterização. As análises estatísticas foram realizadas no programa Statistical Package for the Social Sciences versão 21. Resultados: houve predomínio de idosos do sexo masculino (61,4%), casados (62,8%), com ensino fundamental incompleto (71,4%), com renda mensal de até dois salários mínimos (82,8%) e a metade não apresentava fragilidade (50%). Conclusão: as variáveis analisadas não apresentaram significância, portanto não representam um fator de risco para a fragilidade de idosos em tratamento quimioterápico.

Palavras-chave


Envelhecimento; Idoso Fragilizado; Neoplasias; Enfermagem; Quimioterapia

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DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2179769224587