Domingo no Neo-Realismo Português

Isadora Dutra

Resumo


O artigo descreve as transformações do narrador no Neo-realismo português a partir do romance Domingo à Tarde, de Fernando Namora. O texto também aborda o problema da classificação do Neo-realismo com as mudanças no discurso romanesco na década de 50. O estudo da obra de Namora revela um narrador participante e existencialista, diferente da voz objetiva e monológica dos primeiros romances neo-realistas.


Palavras-chave


Literatura Portuguesa; Neo-realismo; Fernando Namora; Narrador; Existencialismo

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Referências


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DOI: https://doi.org/10.5902/2176148525086

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