Educação Física e Praxiologia Motriz: 60 anos depois
DOI:
https://doi.org/10.5902/2316546487450Palavras-chave:
Educação Física, Praxiologia motriz, Ação motriz, Conduta motriz, PedagogiaResumo
Este artigo pretende mostrar a relação entre o projeto político pedagógico e a cultura temporal da educação física escolar, e revelar as semelhanças e diferenças que se manifestam nas administrações pública e privada subvencionada. Foi utilizado o método etnográfico a partir de um estudo de casos em um colégio público e em outro privado de Burgos, Espanha. Foram observadas as aulas de EF de um 6º de primária (equivalente ao 7º ano do Ensino Fundamental) de cada escola durante o ano escolar 2009/2010. Foram descritas e analisadas as lógicas interna e externa de 510 situações motrizes: 242 realizadas no colégio público e 268 no privado. Verificou-se que as situações motrizes com memória predominam em ambos os centros, embora a presença daquelas sem memória seja muito significativa no concentrado. Quanto à lógica externa, observou-se que os resultados de parte das situações
motrizes com memória são registrados, fato verificado principalmente no centro público. Portanto, a cultura temporal das escolas segue os princípios temporais característicos de uma sociedade pós-industrial, embora apresente diferenças muito significativas, refletindo seus projetos político pedagógicos.
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Referências
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