AGRESSIVIDADE ESCOLAR

Angelita Alice JAEGER

Resumo


O processo de socialização ao qual a criança passa, tem os pais, professores, companheiros e outros agentes socializadores como influenciadores no desenvolvimento de comportamentos agressivos, ou não agressivos. Os comportamentos agressivos apresentados pelas crianças no meio escolar tem sido estudado por muitos autores (Sharps & Smith,1991; Neto e col, 1997; Evans,1989). Buscou-se conhecer em quatro diferentes escolas, de diferentes cidades, os comportamentos agressivos presentes na escola. Para isto foram questionados 715 alunos de Ia a 8a série do I grau, utilizando-se uma adaptação do questionário de Olweus (1989). Pelos dados coletados considera-se que a agressão se faz presente na escola, pois somente 1/3 dos alunos disse nunca ter sido agredido, os demais sofreram agressões. Nos menores predomina a agressão física enquanto que nos maiores, é a oral. O recreio e a sala de aula são os locais onde estes comportamentos se manifestam, partindo de colegas da mesma turma, mais velhos e do mesmo sexo, sendo a maioria dos agressores meninos. Há interferência dos professores e colegas quando tal acontece. Há, também, o hábito de contarem em casa o fato. É responsabilidade da escola interferir, procurando minimizar este quadro, encontrando estratégias de reduzir a vitimização.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.5902/231654648598



Avaliação Qualis Capes (2014):

B4- Educação Física / B3- Interdisciplinar e Psicologia / B5- Educação 

Periodicidade: contínua

ISSN: 2316-5464 online

DOI: 10.5902/23165464

email: kinesisrevista@ufsm.br


 

Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.