La rutina de estudio en el proceso de autorregulación del aprendizaje
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644488514Palabras clave:
Educación, Escuela Secundaria, Hábitos de EstudioResumen
Este estudio investiga si los estudiantes de la Escuela Secundaria Técnica Integrada de los grupos de primer año de Agroindustria, Informática y mecatrónica tienen una rutina de estudio diaria, con el objetivo de comprender la importancia de la autorregulación del aprendizaje para el desarrollo del proceso de escolarización. En el contexto escolar, en los últimos años, observamos que una gran proporción de estudiantes sólo estudian en vísperas de las evaluaciones, y lo mismo ocurre con respecto a entrega de trabajos académicos. Esta experiencia, a lo que nos parece, no impulsa el aprendizaje de los estudiantes, al contrario, es notable el nivel de estrés, angustia y falta de atención, lo que lleva a cuadros clínicos peores. Y estos síntomas, lamentablemente, están relacionados con la falta de hábito de estudio entre los estudiantes. Para investigar la existencia o no de hábitos de estudio entre los estudiantes y el desarrollo del processo de autorregulación, llevamos a cabo una investigación de campo, a través de cuestionario en línea. Los resultados de este trabajo contribuyen para implementar una política de formación de hábitos de estudio entre los estudiantes de la institución, especialmente en las clases de primer año. Esperamos que este ejercicio diario se convierta en parte de su rutina mediante el desarrollo de habilidades para el estudio sistemático. Y, reduzca así, los índices de estudiantes con problemas de ansiedad, angustia, falta de atención, entre otras condiciones clínicas, resultantes de efectos negativos de la falta de autorregulación del aprendizaje, como por ejemplo, la procrastinación.
Citas
ALVAREZ, Ana Maria. Processamento auditivo: fundamentos e terapias. São Paulo, 2001.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2004.
BLASIMAN, Rachael N.; DUNLOSKY, John; RAWSON, Katherine A. The what, how much, and when of study strategies: comparing intended versus actual study behaviour. Memory, v. 25, n. 6, p. 784-792, 2017. DOI: 10.1080/09658211.2016.1221974.
BRASIL. Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Brasília: Casal Civil, 2012a.
BRASIL. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Estabelece as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília: Ministério da Saúde; Conselho Nacional de Saúde, 2012b.
BRASIL. Resolução nº 510, de 07 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais cujos procedimentos metodológicos envolvam a utilização de dados diretamente obtidos com os participantes ou de informações identificáveis ou que possam acarretar riscos maiores do que os existentes na vida cotidiana. Brasília: Ministério da Saúde; Conselho Nacional de Saúde, 2016.
BRASIL. PISA Brasil: Notas sobre o Brasil no Pisa 2022. Brasília: INEP/Ministério da Educação, 2023.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CONSTANTINO, Daiana. Cinco formas pouco convencionais de aprender. In: Gazeta do Povo, 2018. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/cinco-formas-pouco-convencionais-de-aprender-4074l4883hytkrullpk795tnn/. Acesso em: 10 de abr. 2024.
DEL PRETTE; Z. A. P.; DEL PRETTE, A. Aperfeiçoando minhas habilidades sociais e competência social. São Carlos: EdUFSCar, 2022.
FERNALD, G. M.; KELLER, H. The Effect of Kinaesthetic Factors in the Development of Word Recognition in the Case of Non-Readers. Journal of Educational Research, v. 4, p. 355, 1921.
FLEURY, Laís; SILVA, Luciana Rodrigues (Coord.). Benefícios da natureza no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019.
FONSECA, Patrícia Nunes da et al. Escala de hábitos de estudo: evidências de validade de construto. Avaliação Psicológica, Itatiba, v. 12, n. 1, p. 71-79, abr. 2013. Disponível em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-04712013000100010&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 03 mai. 2023.
GANDA, Danielle Ribeiro; BORUCHOVITCH, Evely. A autorregulação da aprendizagem: principais conceitos e modelos teóricos. Psicologia da Educação, São Paulo, v. 48, p. 71-80, 1º sem. de 2018. DOI: 10.5935/2175-3520.20180008.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
GUNTHER, Hartmut. Pesquisa Qualitativa Versus Pesquisa Quantitativa: Esta é a Questão? Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 22, n. 2, p. 201-210, mai-ago 2006. Disponível em https: //www.scielo.br/j/ptp/a/HMpC4d5cbXsdt6RqbrmZk3J/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 nov. 2024.
LOPES, Ana. 7 métodos de estudo para quem não quer morrer de estudar e precisa de notas melhores, 2020. Disponível em: https://www.maisaprendizagem.com.br/metodos-de-estudo-e-o-tempo/. Acesso em: 10 de abr. de 2024.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2017.
MELO, Tais Guedes de; MENDONÇA, Helenides. Academic Procrastination: Relationships with Support from the Environment and Self-Leadership. Paidéia, Ribeirão Preto, SP, v. 30, p. 1-9, 2020. https://doi.org/10.1590/1982-4327e3038.
PANADERO, E.; ALONSO-TAPIA, J. How do students self-regulate? Review of Zimmerman´s cyclical model of self-regulated learning. Anales de Psicologia, 30, 450-462, 2014.
PATTO, Maria Helena Souza. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. 5. ed. São Paulo: Instituto de Psicologia da USP, 2022.
PAULA, Yara Aparecida de; PADOVANI, Ricardo da Costa; BATISTA, Sylvia Helena Souza da Silva. O olhar de graduandos sobre a procrastinação acadêmica: conhecendo e intervindo. EDUR – Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 38, p. 1-22, 2022. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0102-469826629.
PEREIRA, Léia da Conceição; RAMOS, Fabiana Pinheiro. Procrastinação acadêmica em estudantes universitários: uma revisão sistemática da literatura. Psicologia Escolar e Educacional, v. 25, p. 1-7, 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/2175-35392021223504.
PLASS, L.; HEIDIG, Steffi; HAYWARD, Elizabeth O., HOMER, Bruce D. Emotional design in multimedia learning: Effects of shape and color on affect and learning, v. 29, 2014, p. 128-140. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/259137979_Emotional_design_in_multimedia_learning_Effects_of_shape_and_color_on_affect_and_learning. Acesso em: 12 abr. 2024. DOI:10.1016/j.learninstruc.2013.02.006.
PRADO, I. G. Ensino de Matemática: O Ponto de Vista de Educadores e de seus Alunos sobre Aspectos da prática pedagógica. Rio Claro 2000. 255f. Tese (Doutorado em Educação Matemática), Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociência e Ciências exatas (UNESP), 2000.
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) campus Paranavaí. 2020. Disponível on-line: https://ifpr.edu.br/paranavai/wp-content/uploads/sites/21/2021/02/PPP-IFPR-PARANAVAI-2020-2024-VERSAO-FINAL.pdf. Acesso em: 18 Nov. 2024.
RAMOS, André Luiz Moraes et al. Questionário de hábitos de estudo para estudantes universitários: validação e precisão. Paidéia, Ribeirão Preto, SP, v. 21, n. 50, p. 363-371, 2011.
RONY, Rodrigues Correia; DE MOURA JÚNIOR, Pedro Jácome Aprendizagem e Procrastinação: uma Revisão de Publicações no Período 2005-2015. REICE. Revista Iberoamericana sobre Calidad, Eficacia y Cambio en Educación, vol. 15, núm. 2, p. 111-128, 2017.
SAMPAIO, Rita Karina Nobre; BARIANI, Isabel Cristina Dib. Procrastinação acadêmica: um estudo exploratório. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, Londrina, v. 2, n. 2, p. 242-262, dez. 2011.
SCHMITT, Camila da Silva; DOMINGUES, Maria José Carvalho de Souza. Estilos de aprendizagem: um estudo comparativo. Avaliação, Campinas; Sorocaba, SP, v. 21, n. 2, p. 361-385, jul. 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1414-40772016000200004.
SEVERINO, Carolina; LEAL, Edvalda Araújo; SILVA, Denise Mendes da. As relações entre procrastinação e desempenho acadêmico no ensino remoto no curso de graduação em Ciências Contábeis. 22º USP International Conference in Accounting. “Accounting in favor os sustainable develpment”. São Paulo, 27 a 29 de julho de 2022. Disponível em: https://congressousp.fipecafi.org/anais/22UspInternational/ArtigosDownload/3815.pdf. Acesso em: 12 abr. 2024.
SCARIN, Ana Carlo Cividanes Furlan; SOUZA, Marilene Proença Rebello de. Medicalização e patologização da educação: desafios à Psicologia Escolar e Educacional. Psicologia Escolar e Educacional, São Paulo, SP, v. 24, p. 1-8, 2020. https://doi.org/10.1590/2175-35392020214158.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de orientação: benefícios da natureza no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Rio de Janeiro: Grupo de Trabalho em Saúde e Natureza, 2019.
SOUSA, J. R. de; SANTOS, S. C. M. dos. Análise de conteúdo em pesquisa qualitativa: modo de pensar e de fazer. Pesquisa e Debate em Educação, v. 10, n. 2, p. 1396–1416, 2020. https://doi.org/10.34019/2237-9444.2020.v10.31559
VIDAL, Lúcio Ângelo; CUNHA, Cristiano Rocha da; BUENO, Cleia Neves. Dificuldades no Aprendizado de Física do Ensino Médio em função da Deficiência na Matemática do Nível Fundamental. Revista de Ensino, Educação e Ciências Humanas, v. 22, n. 5, p. 681–685, 2021. DOI: 10.17921/2447-8733.2021v22n5p681-685. Disponível em: https://revistaensinoeeducacao.pgsscogna.com.br/ensino/article/view/8698. Acesso em: 25 março 2024.
WINE, P. H.; HADWIN, A. F. Study: tracing and supporting self -regulated learning in the internet. In: AZEVEDO, R.; ALEVEN, V. (editores). Internacional handbook of metacognition and learning technologies. Nova York, Springer, 2013, p. 293-308.
ZIMMERMAN, Barry J.; MOYLAN, A. R. Self-regulation: where metacognition and motivation intersect. In: HACKER, D. J; DUNLOSKY, J. GRAESSER, A.C. Handbook of metacognition in education. Nova York: Routledge, 2009, p. 299-315.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Educación

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0)
Declaramos o artigo _______________________________ a ser submetido para avaliação o periódico Educação (UFSM) é original e inédito, assim como não foi enviado para qualquer outra publicação, como um todo ou uma fração.
Também reconhecemos que a submissão dos originais à Revista Educação (UFSM) implica na transferência de direitos autorais para publicação digital na revista. Em caso de incumprimento, o infrator receberá sanções e penalidades previstas pela Lei Brasileira de Proteção de Direitos Autorais (n. 9610, de 19/02/98).
_______________________________________________________
Nome completo do primeiro autor
CPF ________________

