Ah, como a rede é vasta...”: os espaços físicos e virtuais de The ghost in the shell

Autori

DOI:

https://doi.org/10.5902/2176148595130

Parole chiave:

Mangá, Cyberpunk, Cronotopo, Espaçotopia, The ghost in the shell

Abstract

Este trabalho propõe uma análise cronotópica e espaçotópica do mangá cyberpunk, buscando identificar procedimentos estético-discursivos que ajudam a entender como o gênero expressa as implicações do progresso sobre a sociedade, especialmente no que se refere à explosão informacional traduzida pela ideia de singularidade tecnológica. Em The ghost in the shell essa explosão se manifesta graficamente por meio de cenários urbanos visualmente poluídos e esquemas abstratos que tentam representar processos mentais em ambientes cibernéticos. A justaposição desses dois níveis indica, em última instância, uma progressiva integração dos seres trans/pós-humanos ao meio físico (cidade) e virtual (rede) em que estão fatalmente inseridos.

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Biografia autore

Willy Nascimento Silva, Universidade Federal de Campina Grande

Doutorando e Mestre em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Servidor Técnico-Administrativo da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia (UAAM) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Membro do Insolitum, grupo de pesquisa coordenado pela Profa. Dra. Luciane Alves Santos.

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Pubblicato

2026-11-04