O QUE QUER, O QUE PODE UMA LÍNGUA? LÍNGUA ESTRANGEIRA, MEMÓRIA DISCURSIVA, SUBJETIVIDADE

María Teresa Celada

Resumo


Neste texto manifestamos nossa preocupação com os processos de instrumentalização a que são submetidas as línguas estrangeiras no mundo contemporâneo, pois consideramos que pressupõem um sujeito pragmático e a necessidade de atender às suas urgências alimentando a “imagem” de que domina a língua, muito mais do que solicitando dele que se filie a um saber ou a uma memória. Nesse sentido, re-afirmamos a necessidade de que as práticas de ensino/aprendizado dessas línguas sejam pensadas como processos de identificação e analisamos, fundamentalmente, uma produção realizada por uma aluna brasileira de espanhol, que pinçamos pelo alto efeito de coerência discursiva que atinge.

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DOI: https://doi.org/10.5902/2176148511985

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                                     QUALIS/CAPES: Letras B2

                              ISSN Versão Impressa: 1519-3985

                              ISSN Versão Digital: 2176-1485



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