Análise morfométrica da bacia do ribeirão da laje, no Sudoeste de Goiás, Brasil

Wellmo dos Santos Alves, Alécio Perini Martins, Iraci Scopel, Maria Antonia Balbino Pereira

Resumo


Devido aos impactos ambientais negativos causados pelo uso intensivo do solo, expansão urbana e industrial e à importância dos recursos hídricos para manutenção das diversas formas de vida na Terra, tornam-se necessários dados para o planejamento e a gestão ambiental de bacias hidrográficas. Objetivou-se analisar a morfometria da bacia do ribeirão da Laje, uma das principais fontes fornecedoras de água para o abastecimento público da população urbana de Rio Verde (GO), apoiado em geotecnologias e obras de autores consagrados. A área de estudo apresenta variáveis morfométricas, geologia, solos e precipitação pluviométrica predominantemente favoráveis à sua conservação e à recarga de água. Entretanto, a forma alongada e possíveis ocorrências de chuvas intensas na cabeceira sujeitam a bacia hidrográfica às torrentes eventuais, podendo causar prejuízos ambientais e econômicos; a amplitude altimétrica máxima, as maiores declividades, a densidade hidrográfica, densidade de drenagem, Nitossolo Vermelho, Neossolo Litólico e a predominância de agricultura intensiva são favoráveis à perda de solos. Este estudo irá subsidiar o planejamento e a gestão ambiental dessa bacia hidrográfica, além de servir de base para outros trabalhos locais e de outras regiões, contribuindo para a disponibilidade hídrica em quantidade e qualidade adequadas aos usos múltiplos.


Palavras-chave


bacia hidrográfica, gestão ambiental, variáveis morfométricas

Texto completo:

PDF

Referências


ALMEIDA, R. F. B.; BAYER, M.; FERREIRA JÚNIOR, L. G. Compartimentação morfométrica da bacia do Rio Coco como subsídio a análise de fragilidade ambiental. Mercator, Fortaleza, v.15, n.4, p. 83-94, out./dez. 2016. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4215/rm2016.1504.0006. Acesso em: 10 jun.2018.

ALMEIDA, W et al. Análise morfométrica em bacias hidrográficas fluviais como indicadores de processos erosivos e aporte de sedimentos no entorno do reservatório da usina hidrelétrica (UHE) Corumbá IV. Revista Brasileira de Geomorfologia, Uberlândia, v.14, n. 2, p.135-149, abr./jun. 2013. Disponível em: http://dx.doi.org/10.20502/rbg.v14i2.251. Acesso em: 15 mar.2018.

ALVES, W. S. Aspectos físicos e qualidade da água da bacia hidrográfica do ribeirão das Abóboras, no município de Rio Verde, Sudoeste de Goiás. 2016. 171f. Dissertação (Mestrado em Geografia Física) - Universidade Federal de Goiás/Regional de Jataí, Jataí, Goiás, 2016.

ALVES, W. S et al. Análise morfométrica da bacia do ribeirão das Abóboras – Rio Verde (GO). Geociências, São Paulo, v. 35, n. 4, p. 652-667, 2016. Disponível em: http://ppegeo.igc.usp.br/index.php/GEOSP/article/view/9978. Acesso em: 26 mar.2018.

BELTRAME, A. V. Diagnóstico do meio ambiente físico de bacias hidrográficas: modelo de aplicação. Florianópolis: UFSC, 1994.

BANCO DE DADOS METEOROLÓGICOS PARA ENSINO E PESQUISA – BDMEP. Dados de precipitação de janeiro de 1996 a dezembro de 2017. Disponível em: http://www.inmet.gov.br/projetos/rede/pesquisa/. Acesso 30 jan. 2018.

BRASIL. Lei nº 9.433. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 9 de janeiro de 1997. Disponível em: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=4&data=09/01/1997. Acesso em: 12 de novembro de 2017.

CALDERANO, B. FILHO et al. Suscetibilidade dos solos à erosão na microbacia do córrego Fonseca, região Serrana do estado do Rio de Janeiro. In: SIMPÓSIO REGIONAL DE GEOPROCESSAMENTO E SENSORIAMENTO REMOTO, Aracaju. Anais... Aracaju: GEONORDESTE, 2014, p. 571-576.

CARDOSO, C. A et al. Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do rio Debossan, Nova Friburgo (RJ). Árvore, Viçosa, v. 30, n. 2, p. 241-248, 2006. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622006000200011.Acesso em: 03 maio.2018.

CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia. São Paulo: Edgard Blucher Ltda, 1980.

COCHEV, J. S et al. Análise fisiográfica e do uso da terra em microbacias com produção olerícola no município de Alta Floresta (MT). ACTA Geográfica, Boa Vista, v.9, n. 20, p.55-71, mai./ago. 2015. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5654/acta.v9i20.2002. Acesso em: 06 mar.2018.

DEODORO S. C.; FONSECA, B. M. Análise morfométrica e multicriterial da bacia hidrográfica do Rio Santa Bárbara, Nordeste do Quadrilátero Ferrífero (MG). Revista Brasileira de Cartografia, Rio de Janeiro, n. 68/9, p. 1837-1852, out. 2016. Disponível em: http://www.lsie.unb.br/rbc/index.php/rbc/article/view/1785. Acesso em: 19 maio.2018.

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa produção de informação, 2013.

________. Agencia Embrapa de Informação Tecnológica. Latossolos. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia16/AG01/arvore/AG01_96_10112005101956.html. Acesso em: 20 mar. 2017a.

________. Agencia Embrapa de Informação Tecnológica. Nitossolos. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/solos_tropicais/arvore/CONTAG01_17_2212200611543.html. Acesso em: 20 mar. 2017b.

________. Agencia Embrapa de Informação Tecnológica. Neossolos Litólicos. Disponível em: http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/solos_tropicais/arvore/CONT000gn230xho02wx5ok0liq1mqxhk6vk7.html. Acesso em: 20 mar. 2017c.

FONSECA, B. M.; AUGUSTIN, C. H. R. R. Análise morfométrica de bacias de drenagem e sua relação com a estrutura geológica, Serra do Espinhaço Meridional (MG). Revista Brasileira de Geomorfologia, Uberlândia, v. 15, n. 2, p. 153-172, abr./jun. 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.20502/rbg.v15i2.296. Acesso em: 04 maio.2018.

FRAGA, M. S et al. Caracterização morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Catolé Grande, Bahia, Brasil. Nativa, Sinop, v. 2, n. 4, p. 214-218, out./dez. 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.14583/2318-7670.v02n04a05. Acesso em: 15 mar.2018.

GUADAGNIN, P. M. A.; TRENTIN, R.; ALVES, F. S. Relação entre as variáveis geomorfométricas e a vegetação florestal na bacia hidrográfica do Arroio Caverá- Oeste do RS. Revista do Departamento de Geografia – USP, São Paulo, v. 29, p. 246-261, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.11606/rdg.v29i0.102131. Acesso em: 10 de jun.2018.

GUERRA, S. M. S et al. Caracterização morfométrica e avaliação da qualidade da água da bacia Hidrográfica de Bita, Ipojuca (PE). Revista Brasileira de Geografia Física, Recife, v. 8, n. 3, p. 759-775, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/233496. Acesso em: 15 jul.2018.

HORTON, R. E. Erosinal development of streams and their drainage basin: hydrophysical approach to quantitative morphology. Geological Society of America Bulletin, Washington (Estados Unidos da América), v. 56, n. 3, p. 275, mar. 1945. Disponível em: https://doi.org/10.1130/0016-7606(1945)56[275:EDOSAT]2.0.CO;2. Acesso em: 19 jul.2018.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Censo Demográfico 2010 e 2017. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/rio-verde/panorama. Acesso em: 29 jan. 2018.

Instituto Mauro Borges – IMB. Goiás: visão geral. Disponível em: . Acesso em: 18 jan. 2018.

LANA, C. E.; ALVES, G. M. P. CASTRO, P. T. A. Análise morfométrica da bacia do Rio do Tanque (MG), Brasil. Revista Escola de Minas, Ouro Preto, v. 54, n. 2, p. p. 121-126, apr./jun. 2001. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0370-44672001000200008. Acesso em: 26. Jun.2018.

LANDIS, J. R.; KOCH, G. G. The measurement of observer agreement for categorical data. Biometrics, Arlington, v.33, n.1, p.159-174, mar. 1977. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/2529310. Acesso em: 20 jun. 2017.

LATRUBESSE, E. M. E.; CARVALHO, T. M. Mapa da geomorfologia do estado de Goiás e Distrito Federal. Downloads/SIG - Shapefiles. Disponível em: www.sieg.go.gov.br. Acesso em: 30 Jun. 2017.

LIMA, A. A. C.; OLIVEIRA, F. N. S.; AQUINO, A. R. L. Classificação e aptidão agrícola dos solos do campo experimental de Pacajus, Ceará, para a Agricultura. Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2002.

LORENZON, A. S et al. Influência das características morfométricas da bacia hidrográfica do rio Benevente nas enchentes no município de Alfredo Chaves-ES. Revista Ambiente & Água, Taubaté, v. 10 n. 1, p. 195-2006, jan./mar. 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.1475. Acesso em: 28 mar.2018.

MACHADO, A. C. P.; CUNHA, C. M. L. A influência das características morfométricas do relevo na morfodinâmica: um estudo da alta bacia do Rio Itanhaém (SP). Geociências, São Paulo, v. 32, n.2, p. 298-316, 2013. Disponível em: http://www.ppegeo.igc.usp.br/index.php/GEOSP/article/view/7307. Acesso em: 20 mar.2018.

MACHADO, R. A. S et al. Análise morfométrica de bacias hidrográficas como suporte à definição e elaboração de indicadores para a gestão ambiental a partir do uso de geotecnologias. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO – SBSR, Curitiba. Anais... Curitiba: INPE, 2011, p.1441-1448.

MARTINI, L. C. P. Características morfométricas de microbacias hidrográficas rurais de Santa Catarina. Revista Brasileira de Geomorfologia, Uberlândia, v. 13, n. 1, p. 65-72, jan./mar. 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.20502/rbg.v13i1.343. Acesso em: 17 mar.2018.

MELTON, M. A. An analysis of the relations among elements of climate, surface properties, and geomorphology. New York (Estados Unidos da América): Columbia University, 1957.

MÜLLER, V. C. A quantitative geomorphology study of drainage basin characteristic in the Clinch Mountain Area, Virginia and Tennesse. New York (Estados Unidos da América): Columbia University; 1953.

MENEZES, J. P. C et al. Morfometria e evolução do uso do solo e da vazão de máxima em uma microbacia urbana. Revista Brasileira de Geomorfologia, Uberlândia, v. 15, n. 4, p. 659-672, out./dez. 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.20502/rbg.v15i4.597. Acesso em: 16 jun.2018.

NARDINI, R. C et al. Análise morfométrica e simulação das áreas de preservação permanente de uma micobacia hidrográfica. Irriga, Botucatu, v. 18, n. 4, p. 687-699, out./dez. 2013. Disponível em: https://doi.org/10.15809/irriga.2013v18n4p687. Acesso em: 17 jul.2018.

OLIVEIRA, E. D et al. Uso das terras e aspectos fisiográficos da bacia de drenagem do Arroio do Butka, Guarapuava (PR). Ateliê Geográfico, Goiânia, v. 7, n. 1, p.215-236, abr. 2013. Disponível em: https://doi.org/10.5216/ag.v7i1.15779. Acesso em: 25 jul.2018.

OLIVEIRA, L. F. C.; ANTONINI, J. C. A.; GRIEBELER, N. P. Estimativas de chuvas intensas para o estado de Goiás. Eng. Agríc., Jaboticabal, v.28, n.1, p.22-33, jan./mar. 2008. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0100-69162008000100003. Acesso em: 06 mar.2018.

PEEL, M.C., FINLAYSON, B.L., MCMAHON, T. A. Updated world map of the Köppen-Geiger climate classification. Hydrology and Earth System Sciences, Melbourne (Austrália), v. 11, p. 1633–1644, out. 2007. Disponível em: https://doi.org/10.5194/hess-11-1633-2007. Acesso em: 19 mar.2018.

PIRES, E. V. R et al. Geoprocessamento Aplicado a Análise do Uso e Ocupação da Terra para Fins de Planejamento Ambiental na Bacia Hidrográfica do Córrego Prata – Três Lagoas (MS). Revista Geonorte, Manaus, v.2, n.4, p.1528 – 1538, 2012. Disponível em: http://www.periodicos.ufam.edu.br/revista-geonorte/article/view/2321. Acesso em: 14 jun.2018.

ROCHA, R. M et al. Caracterização morfométrica da sub-bacia do rio Poxim-Açu, Sergipe, Brasil. Revista Ambiente & Água, Taubaté, v. 9, n. 2, p. 276-287, apr./jun. 2014. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.1289. Acesso em: 23 ju.2018.

ROSA, R. Geotecnologias na geografia aplicada. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, v. 16, p. 81-90, 2005. Disponível em: DOI: https://doi.org/10.7154/RDG.2005.0016.0009. Acesso em: 09 jun.2018.

SAMPAIO, A. C. P.; CORDEIRO. A. M. N.; BASTOS, F. H. Susceptibilidade à erosão relacionada ao escoamento superficial na sub-bacia do Alto Mundaú, Ceará, Brasil. Revista Brasileira de Geografia Física, Recife, v. 9, n. 1, p. 125-143, 2016. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/233612. Acesso em: 05 jul.2018.

SANTOS, E. F; SOUSA, F. A. Aspectos morfométricos da bacia do córrego Tamanduá em Iporá – GO. ACTA Geográfica, Boa Vista, v.7, n.15, p.191-199, mai./ago. 2013. Disponível em: https://revista.ufrr.br/actageo/article/view/968. Acesso em: 13 mar.2018.

SANTOS, A. M et al. Análise morfométrica das sub-bacias hidrográficas Perdizes e Fojo no município de Campos do Jordão, SP, Brasil. Revista Ambiente & Água, Taubaté, v. 7, n. 3, p. 195-211, 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4136/ambi-agua.945. Acesso em: 26 jun.2018.

SANTIAGO, C. M. C et al. A. Arranjo espacial da bacia hidrográfica do Rio São Nicolau-Piauí a partir da análise morfométrica e dos aspectos ambientais. Revista Brasileira de Geografia Física, Recife, v. 8, n. 2, p. 402-421, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/rbgfe/article/view/233250. Acesso em: 20 mar.2018.

SCHUMM, S. A. A tentative classification of alluvial river channels. United States Geological Survey, Washington (Estados Unidos da América), circular n. 477, 1963.

SCHUMM, S. A. Evolution of drainage systems and slopes in badlands at Perth Amboy, New Jersey. Geological Society of America Bulletin, Washington (Estados Unidos da América), v. 67, n. 5, p. 597- 646, may 1956. Disponível em: 10.1130/0016-7606(1956)67[597:EODSAS]2.0.CO;2. Acesso em: 18 jun.2018.

SOUSA, F. A.; RODRIGUES, S. C. Aspectos morfométricos como subsídio ao estudo da condutividade hidráulica e suscetibilidade erosiva dos solos. Mercator, Fortaleza, v. 11, n. 25, p. 141-151, mai./ago. 2012. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4215/rm.v11i25.699. Acesso em: 15 mar.2018.

SOARES, L. S et al. Análise morfométrica e priorização de bacias hidrográficas como instrumento de planejamento ambiental integrado. Revista do Departamento de Geografia, São Paulo, v. 31, p. 82-100, 2016. Disponível em: https://doi.org/10.11606/rdg.v31i0.107715. Acesso em: 17 mar.2018.

SPANGHERO, P. E. S. F.; MELIANI, P. F.; MENDES, J. S. Mapeamento hidrográfico de detalhe e análise morfométrica comparativa das bacias dos rios Tijuípe e Tijuipinho, Litoral Sul da Bahia. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 16, n. 53, p. 101-117, mar. 2015. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/27861. Acesso em: 14 mar.2018.

Sistema Estadual de Geoinformação de Goiás – SIEG. Downloads/SIG – Shapefiles. Disponível em: . Acesso em: 19 out. 2017.

STIPP, N. A. F.; CAMPOS, R. A.; CAVIGLIONE, J. H. Análise morfométrica da bacia hidrográfica do Rio Taquara – uma contribuição para o estudo das ciências ambientais. Portal da Cartografia, Londrina, v. 3 n. 1, p. 105-124, 2010. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/portalcartografia/article/view/8929. Aceso em: 06 jun.2018.

STRAHLER, A. N. Hypsometric (area-altitude) analysis and erosional topography. Geological Society of America Bulletin, Washington (Estados Unidos da América), v. 63, n. 11, p.1117-1142, nov. 1952. Disponível em: https://doi.org/10.1130/0016-7606(1952)63[1117:HAAOET]2.0.CO;2. Acesso em: 17 jun.2018.

United States Geological Survey – USGS. Multimedia Gallery. Disponível em: https://www.usgs.gov/products/multimedia-gallery/overview. Acessso em: 19 out. 2017.

VALENTE, O. F.; GOMES, M. A. Conservação de nascentes: hidrologia e manejo de bacias hidrográficas de cabeceiras. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005.

VILLELA, S. M; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1975.




DOI: https://doi.org/10.5902/2236499431129

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - Não comercial - Compartilhar igual 4.0 Internacional.

Indexações e Bases Bibliográficas