A melhora da amplitude articular e/ou manutenção dos movimentos em pessoas portadoras de paralisia cerebral espástica através da educação física adaptada

Aline Miranda Strapasson, Sandra Mara de Faria Carvalho Martins, Romeu Schutz

Resumo


Esta pesquisa relata o trabalho desenvolvido durante quatro meses, com três alunos portadores de Paralisia Cerebral (PC) espástica, frequentadores da "Escola de Educação Especial Sinhara Vianna" - APAE de Palmas-Pr, na qual recebem atendimento especializado. Teve como objetivos específicos: caracterizar a prática da Educação Física Adaptada (EFA) para deficientes físicos; observar as mudanças acontecidas na amplitude articular (ADM) dos educandos bem como a auto-estima; adequar técnicas esportivas lúdicas para as necessidades específicas de portadores de deficiência física, propondo assim alternativas que possam auxiliar pais, professores e pessoas interessadas.

Palavras-chave


Amplitude Articular; Educação Física Adaptada; Paralisia Cerebral Espástica.

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ISSN eletrônico: 1984-686X

DOIhttp://dx.doi.org/10.5902/1984686X

Qualis/Capes: Educação A2

Periodicidade: Publicação contínua

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