Aqui estamos. Onde as coisas se tocam: uma prática artística junto a quem busca enraizar (em deslocamento)

Cláudia Zanatta

Resumo


O presente artigo aborda a construção de mapas em dois contextos específicos do RS. Um deles se trata da Vila Renascença I, em Porto Alegre e o outro de indígenas mbya-guaranis residentes no Rio Grande do Sul. É narrada nos dois contextos a realização de oficinas de construção de mapas mediante uma prática artística participativa, a qual nos permite refletir sobre lugar, gentrificação e território.


Palavras-chave


Arte; Território; Indígenas; Urbano; Mapas

Texto completo:

PDF

Referências


DE CAMPOS, Deivison M. Outras Carolinas: banzo e lamento na autobiografia de Zeli Barbosa. In: Revista Comunicação, Cultura e Sociedade. Número 05, Mato Grosso, Dezembro, 2015-2016.

SANTOS, Milton. Território e Sociedade. Entrevista com Milton Santos. São Paulo: Ed. Fundação Perseu Abramo, 2000.

Revista Ilhota. Edição n°1. Ed. Bertalha, Belo Horizonte, 2016. Disponível em https://territorioilhota.wixsite.com/ilhota/revista-ilhota




DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2595523339003

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2019 Contemporânea - Revista do PPGART/UFSM

URL da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/

Creative Commons License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.

 

DOI: 10.5902/25955233