Arquitecturas de Resistencia y la Enseñanza de Arquitectura y Urbanismo: Una Perspectiva Decolonial
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644493308Palabras clave:
Decolonialidad, Arquitecturas de Resistencia, Enseñanza de Arquitectura, Epistemologías SubalternizadasResumen
Este artículo presenta un análisis crítico de la enseñanza de Arquitectura y Urbanismo en Brasil, articulado a una lectura decolonial de las llamadas “arquitecturas vernáculas”. A partir de una revisión histórica de la formación universitaria y sus raíces eurocéntricas, se examina cómo el paradigma moderno configuró prácticas pedagógicas fragmentadas, jerarquizando saberes y marginando producciones constructivas populares, indígenas y afrodescendientes. Se problematiza la carga colonial del término “vernacular”, que con frecuencia exotiza y subalterniza estos saberes, limitando su legitimidad técnica y política. Como alternativa, se propone el concepto de “arquitecturas de resistencia”, que reconoce tales producciones como expresiones vivas de agencia cultural, tecnológica y social. El estudio sostiene que la descolonización de la enseñanza requiere una revisión curricular que integre epistemologías subalternizadas, promueva el diálogo horizontal entre universidad y comunidades, y amplíe el repertorio proyectual más allá del canon eurocéntrico. Se concluye que repensar la terminología y las referencias en la enseñanza es un acto político y pedagógico, fundamental para construir una práctica arquitectónica comprometida con la justicia social y espacial.
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