De la Educación Rural a la Educación Rural, Hídrica y Horestal desde la perspectiva del materialismo histórico dialéctico

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5902/1984644493054

Palabras clave:

Territorialidades, Movimientos sociales, Políticas públicas

Resumen

Este trabajo busca comprender el proceso histórico de expansión del concepto de Educación Rural en Brasil, considerando la incorporación de nuevas territorialidades, como las áreas acuáticas y forestales, en respuesta a las transformaciones sociales y políticas experimentadas en estos territorios. Metodológicamente, se realiza una investigación bibliográfica y documental, guiada por la perspectiva del materialismo histórico dialéctico. Este marco permite analizar la Educación Rural no como un hecho inamovible, sino como una construcción social en disputa, marcada por contradicciones e impregnada por la lucha de clases. Los resultados indican que los movimientos sociales han liderado prácticas orientadas a la valorización de los saberes locales y la defensa de los territorios, lo que ha contribuido a la reconfiguración de los fundamentos teóricos y las políticas públicas de la Educación Rural. La incorporación de nuevas territorialidades, como las áreas acuáticas y forestales, se deriva de este proceso histórico, reafirmando la centralidad de las singularidades territoriales en la lucha por el derecho a la educación. Se concluye que la Educación Rural constituye un proyecto político-pedagógico contrahegemónico, orientado a la emancipación de los sujetos del campo, las aguas y los bosques y a la construcción de una sociedad justa e igualitaria.

Biografía del autor/a

Suany Rodrigues da Cunha, Universidade Federal do Amapá - UNIFAP

Doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Amapá. Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Pará (2017). Especialização em Educação Especial e Inclusiva pelo Instituto Superior do Amapá (2013). Graduação em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal do Amapá (2013). Professora - área de Educação, no Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Amapá - Campus Macapá. Tem experiência na área de Educação, em pesquisas com ênfase em educação do campo, prática pedagógica, escolas com classes multisseriadas, educação inclusiva e coordenação pedagógica. Membro do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia (GEPERUAZ) e Juventude Rural, Educação do Campo e Movimentos Sociais na Amazônia (JUREMA). 

Débora Mate Mendes, Universidade Federal do Amapá - UNIFAP

Possui doutorado em Educação pela Universidade Federal do Pará - UFPA (2020) com estágio doutoral sanduíche na Universidad Pablo de Olavide em Sevilha - Espanha (UPO), mestrado em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2011), Especialização em Desenvolvimento Regional pela Faculdade Meridional - IMED (2013) e graduação em Pedagogia Anos Iniciais: Crianças Jovens e Adultos pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2006). É professora no curso de Licenciatura em Educação do Campo: Ciências Agrárias e Biologia e no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amapá - UNIFAP. Vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Amapá e Diretora Adjunta da Rede JUBRA na região norte. Líder do Grupo de pesquisa em Juventude Rural, Educação e Movimentos Sociais na Amazônia - JUREMA. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação do Campo, das Águas e das Florestas atuando principalmente nos seguintes temas: Juventude, Educação Popular e Movimentos Sociais.

Natacha Eugênia Janata, Universidade Federal de Santa Catarina

Professora da Universidade Federal de Santa Catarina, Departamento de Educação do Campo. Pós-Doutora junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia. Doutora em Educação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012), Mestrado em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004) e Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal do Paraná (1999). Foi professora da Rede Estadual de Educação do Paraná no período de 1997 a 2000, bem como de 2005 a 2008. Atuou como professora e coordenadora do Curso de Formação de Docentes em escola de área de reforma agrária. Linha de extensão e pesquisa na área da juventude, educação e trabalho; escola do campo, de assentamentos e acampamentos da reforma agrária. Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Escola do Campo e Agroecologia (GECA/UFSC), integrante da Rede latino-americana de estudos marxistas em Educação do Campo.

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Publicado

2026-08-17