Rural Education to Rural, Aquatic and Forest Education from the Perspective of Dialectical Historical Materialism
DOI:
https://doi.org/10.5902/1984644493054Keywords:
Territorialities, Social movements, Public policiesAbstract
This study seeks to understand the historical evolution of expanding the concept of Rural Education in Brazil, considering the incorporation of new territorialities, such as aquatic and forest areas, in response to the social and political transformations experienced in these territories. Methodologically, bibliographical and documentary research is conducted, guided by the perspective of dialectical historical materialism. This framework allows us to analyze Rural Education not as a fixed fact, but as a social construction in dispute, marked by contradictions and permeated by class struggle. The results indicate that social movements have led practices aimed at valuing local knowledge and defending territories, which has contributed to the reconfiguration of the theoretical foundations and public policies of Rural Education. The incorporation of new territorialities, such as aquatic and forest areas, stems from this historical evolution, reaffirming the centrality of territorial singularities in the struggle for the right to education. It is concluded that Rural Education constitutes a counter-hegemonic political-pedagogical project, aimed at the emancipation of the subjects of the countryside, aquatics and forests and the construction of a just and egalitarian society.
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