A percepção da criança/adolescente com Paralisia Cerebral sobre sentir-se saudável ou doente

Viviane Marten Milbrath, Maria da Graça Corso da Motta, Ruth Irmgard Bärtschi Gabatz, Jéssica Stragliotto Bazzan

Resumo


Objetivo: compreender como a criança/adolescente com paralisia cerebral vivencia e percebe seu processo de saúde e de doença. Método: pesquisa qualitativa, com abordagem fenomenológica – hermenêutica realizada no sul do Brasil, com onze crianças/adolescentes com paralisia cerebral, de outubro de 2011 a junho 2012. As informações foram coletadas por meio de entrevista fenomenológica, analisadas por meio da abordagem hermenêutica. Resultados: as crianças/adolescentes com paralisia cerebral compreendem a saúde como sinônimo de felicidade, ressaltando que a doença se trata de um fenômeno de privação, que interfere no seu modo de ser nas atividades cotidianas. Entretanto, mesmo com todas as privações, os participantes percebem-se como saudáveis. Considerações Finais: as crianças/adolescentes revelam-se como um ser-no-mundo com uma imagem corporal que lhes proporciona prazer, com valores morais e éticos. A formação desta autoimagem positiva é influenciada pela perspectiva criada pela família na visualização do vir-a-ser criança/adolescente com paralisia cerebral.

Palavras-chave


Paralisia cerebral; Hermenêutica; Enfermagem; Criança; Adolescente

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DOI: https://doi.org/10.5902/2179769228009



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