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Publicação Contínua - Dossiê "A Defesa e a Segurança Pública no Sul Global: Governança, Capacidades e Autonomia Estratégica"
Vol. 17 No. 2 (2026)Dossier “Defence and Public Security in the Global South: Governance, Capabilities, Autonomy, and Strategic Management”
The 2nd thematic dossier of 2026 aims to bring together interdisciplinary research and reflections that broaden critical understanding of the processes, institutions, and strategic defense dynamics in the Global South.
This dossier seeks to encourage analyses based on empirical data, comparative studies, qualitative and quantitative approaches, as well as theoretical contributions that address the challenges of strategic autonomy and security in peripheral contexts.
Studies addressing, among other topics, will be welcomed:
- Models of defense governance and public security in countries of the Global South;
- Civil-military relations, democratic control, transparency, and accountability;
- Defense industry, military production chains, and technological innovation;
- Emerging strategic capabilities: cyber defense, artificial intelligence, autonomous systems, armored vehicles, and drones;
- South–South military and public security cooperation, strategic partnerships, and defense diplomacy;
- Peace operations, international involvement, and foreign policy for defense and public security;
- Hybrid threats, terrorism, transnational crime, and maritime security; 8. Environmental and climate security in the context of global transformations; 9. Decolonial perspectives and critical epistemologies on defense and public security;
- Regional case studies and international comparisons within the Global South.
- Public Security Federalism and Multilevel Governance in SUSP: Federative integration, institutional roles, challenges, and international comparisons.
- Protection of Fundamental Rights, Military Citizen Security, and Doctrine of the Progressive Use of Force: Democratic policing paradigms, accountability, and human rights.
- Institutional Innovation, Military Professionalization, and Police Science: Military higher education, military legal career, results-based management, and organizational transformation.
The dossier will accept scientific articles, essays, case studies, interviews with specialists, and reviews of recent works (from the last two years) relevant to the field of Defense and International Security Studies.
Submissions will be accepted in Portuguese, Spanish, French, and English.
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Publicação Contínua: Dossiê "Novos regimes de instabilidade institucional na América Latina: do Lawfare ao juízo político"
Vol. 14 No. 2 (2023)Com a permanência dos regimes democráticos latino-americanos, sobrevivendo aos temores de retrocessos autoritários que marcaram o início do processo de transição, outro tema tem centrado as preocupações dos representantes, representados e dos estudiosos da política latino-americana: as novas formas de manipulação e subversão institucional. As manobras jurídicas utilizadas para atacar adversários políticos, que embasam o chamado Lawfare, espalharam-se nos últimos anos, destacando-se os casos dos ex-presidentes Luiz Inácio “Lula” da Silva (Brasil) e Cristina Fernández de Kirchner (Argentina).
Por outro lado, o uso da ferramenta do juízo político pela oposição para interromper mandatos presidenciais também proliferou na região, abrindo o espaço para a subversão momentânea da institucionalidade para responder demandas imediatas de alguns setores da sociedade, destacando-se os casos de Honduras (2009), Paraguai (2012), Brasil (2016) e Bolívia (2019). Nesse sentido, a presente edição busca analisar e debater esse fenômeno contemporâneo de manipulação institucional dos regimes democráticos latino-americanos, e sua influência na confiança dos cidadãos e dos próprios representantes nas instituições democráticas, abrindo e espaço para as soluções não democráticas – conjunturais e/ou permanentes.
Editor Convidado:
Prof. Dr. Junior Ivan Bourscheid é doutor em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2020). Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2016). Bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Santa Maria (2014). Professor Substituto do curso de Ciências Sociais da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Vice-líder do Grupo de Teoria, Arte e Política (GTAP). 2º Secretário do Centro de Integração Latino Americana (CILAM). Pesquisador Associado Profissional do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (ISAPE). -
Eleições Brasileiras 2022 (edição especial) - setembro 2022
Vol. 13 No. 2 (2022)Lembro que Chesterton dizia que a história só tinha uma lei: sempre acontece o que ninguém previu. Muitos “profetas” para pouparem-se diante da humilhação dos grandes desmentidos preferem pensar pequeno, prever coisas normais, medíocres, pois se arriscam menos. No entanto, este século XXI nos premia com um novo mal estar (que se repete na História da Humanidade como um ciclo recorrente): o temor diante de um mundo novo e ameaçador. Pois bem, a mediocridade e a falta de inspiração dominam os governos nacionais em diversas partes do mundo. E há questionamentos: a democracia liberal está ameaçada? A democracia representativa? Precisamos inovar na democracia participativa? E a democracia de opinião? Qual o futuro do Brasil nas eleições de outubro? O que desejamos? O que ansiamos? O que queremos?


