Proposal of a digital school Atlas as a strategy for the teaching of Geography: A study in the municipality of Campo Formoso- BA
DOI:
https://doi.org/10.5902/2236499488283Keywords:
School atlas, School cartography, Geographic educationAbstract
Geography teaching faces challenges which require strategies that promote more meaningful and contextualized teaching. School cartography is an effective agent and means, contributing to the representation and understanding of space and geographic education. The work presented here aimed to develop a proposal for a digital School Atlas as a strategy for teaching Geography in the municipality of Campo Formoso- BA. The construction of this material was divided into four stages: The first, being cabinet I activities, in which preliminary studies were carried out and the thematic maps were created. Next, the field visit stage, which involved on-site data collection. Subsequently, in the stage of cabinet activities II, analysis and adjustment of the thematic maps were carried out, which culminated in the final stage of organization and preparation of the School Atlas. It is concluded that the material generated offers an element for the study of campo-formosense Geography, allowing students and teachers to explore the municipality, facilitating the understanding of regional specificities and making it possible to understand the particularities of the studied area, in addition to strengthening the sense of belonging and local identity.
Downloads
References
AGUIAR, V. T. B. Os Atlas de Geografia: Peso na mochila do aluno? Revista Geografia e Ensino, Belo Horizonte, v. 6, n. 1, p. 39-42, 1997.
ALMEIDA, A. B.; SCARAMELLO, J. M.; SANTOS, G. H. D. Atlas geográfico digital: uma proposta de aplicação no ensino fundamental. Revista Científica da Escola de Administração do Exército, Rio de Janeiro, n. 2, p. 60-68, 2006.
ALMEIDA, R. D. de. Do desenho ao mapa: iniciação Cartográfica na Escola. São Paulo: Contexto, 2001.
ALMEIDA, R. D. de; PASSINI, E. Y. Espaço geográfico: ensino e representação. 13. ed. São Paulo: Contexto, 2004.
ALMEIDA, R. D. de (org.). Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007. 224 p.
ALMEIDA, R. D.de; ALMEIDA, R. A. de. Fundamentos e perspectivas da cartografia escolar no Brasil. Revista Brasileira de Cartografia, Rio de Janeiro, v. 4, n. 63, p. 885-897, jul./ago., 2014. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44689. Acesso em: 01 fev. 2024. DOI: https://doi.org/10.14393/rbcv66n4-44689
ALVARES, C. A. et al. Koppen’s climate classification map for Brazil. Meteorologische Zeitschrift, [S.l.], v. 22, n. 6, p. 711–728, dec. 2013. DOI: https://doi.org/10.1127/0941-2948/2013/0507
ANDRADE, E. de A. Mapeamento dos possíveis conflitos e impactos ambientais relacionados aos empreendimentos eólicos no município de Campo Formoso - Bahia. 2023. 30 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia) – Campus Senhor do Bonfim, Universidade Federal do Vale do São Francisco, Senhor do Bonfim, 2023. Disponível em: http://www.univasf.edu.br/~tcc/00003b/00003bde.pdf. Acesso em: 06 out. 2023.
ANEEL. Parques Eólicos do Brasil. ANEEL, 2022. Disponível em: https://sigel.aneel.gov.br/Down/. Acesso em: 19 fev. 2024.
ANM. Área de extração mineral. SIGMINE, 2022. Disponível em: https://geo.anm.gov.br/portal/apps/webappviewer/index.html?id=6a8f5ccc4b6a4c2bba79759aa952d908. Acesso em: 19 fev. 2024.
ARAÚJO, J. G. de. O Atlas Escolar em sala de aula: Proposta teórico metodológica para a formação continuada de professores no município de Jacobina/BA. 2022. Tese (Doutorado em Geografia) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2022.
BAHIA. Secretaria de Promoção da Igualdade Racial. Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto Certificadas pela SEPROMI. SEPROMI, 2022. Disponível em: http://www.forumgespir.sepromi.ba.gov.br/wp-content/uploads/2022/07ComunidadesTradicionais-de-Fundo-e-Fecho-de-Pasto-Certificadas-pela-SEPROMI.pdf. Acesso em: 02. fev. 2024.
BERG, T. Território, cultura e regionalismo: aspectos geográficos em símbolos estaduais brasileiro. 2009. Dissertação (Programa de Mestrado em Geografia) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2009.
BERG. T. Paisagens, imagens e suas representações (geo)gráficas nas bandeiras. Espaço & Geografia, Brasília, v. 15, n. 2, p. 311-332, 2012.
BRASIL. Classes de Declividade. Projeto RioSesmaria. [S.l.]: EMBRAPA, 1979. 1 mapa, color., 0. 2. 4. 1. Km. Escala: 1:40.000. Disponível em: https://www.ceivap.org.br/sesmarias/MAPA-SESMARIA-EMBRAPA-90-60.pdf. Acesso em: 02 fev. 2024.
BRASIL. Evolução da Divisão Político-Administrativa 1978-2022. Rio de Janeiro: IBGE, 2022a. 5 mapas, 1 gráfico, color., Projeção Policônica. Escala: 1:40 000 000; 1:250.000. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/organizacao-do-territorio/malhas-territoriais/15774-malhas.html.?=&t=downloads. Acesso em: abr 2025.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas – Distribuição de Cavernas. CECAV, 2022c. Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/centros-de-pesquisa/cavernas/cadastro-nacional-de-informacoes-espeleologicas/canie. Acesso em: 20 mar. 2024.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Unidades de Conservação. Brasília: MEC, 2022b.
BRASIL. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Geografia. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais (Ensino Médio). Brasília: MEC/SEMT, 2000.
CARDOSO, M. D. Atlas Santo Amaro, Bahia: transformações, limitações e potencialidade. Salvador: UFBA, 2022.
CASTELLAR, S. M. V. Educação Geográfica: A psicogenética do conhecimento escolar. Caderno Cedes, Campinas, v. 25, n. 66, p. 209-225, 2005. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-32622005000200005
CASTELLAR, S. M. V. A Cartografia e a construção do conhecimento em contexto escolar. In: ALMEIDA, R. D. de (Org.). Novos Rumos da Cartografia Escolar: Currículo, linguagens e tecnologia. São Paulo: Contexto, 2011. p. 43-54.
CASTROGIOVANNI, A. C.; SILVA, P. R. de A e. A construção do conhecimento cartográfico nas aulas de Geografia. Goiânia: C&A Alfa Comunicação, 2020.
CAVALCANTI, L. de S. Geografia e Práticas de Ensino. Goiânia: Alternativa, 2002.
CIROLINI, A. A inclusão de tecnologias digitais nas escolas do meio rural de Restinga Sêca, RS: O atlas geográfico eletrônico e escolar na perspectiva dos processos de ensino e aprendizagem. 2014. Tese (Doutorado em Geografia) – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2014.
CUNHA, F. L. B.; DIAS, R. P. Setorização de áreas de risco geológico: Campo Formoso, Bahia. Salvador: CPRM, 2022. (Coleção: Relatórios Técnicos).
DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES. Rodovias do Brasil. DNIT, 2021. Disponível em: https://servicos.dnit.gov.br/vgeo/. Acesso em: 02 fev. 2024.
DILLON, B.; POMBO, G. D.; UNCAL, M. C. M. Atlas geográfico e de satélite da província de La Pampa, Argentina. Ciência Espacial, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 29–40, 2015. DOI: https://doi.org/10.5377/ce.v8i2.2068
ESA. Modelo de Elevação Digital Global Copernicus. OpenTopography, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.5069/G9028PQB. Acesso em: 08 mar. 2024.
FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES. Certificação Quilombola. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/palmares. Acesso em: 02 fev. 2024.
GEOGRAFAR. Geografia dos Assentamentos na Área Rural. [s.d.]. Disponível em: https://geografar.ufba.br. Acesso em: 02 fev. 2024.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HESS, E. de. S. M. Uma proposta metodológica para a elaboração de Atlas Geográficos escolares (Ano iniciais do ensino fundamental): O exemplo do ensino de Sorocaba - SP. 2012. Tese (Doutorado em Geografia Humana) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.
IBGE. Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual técnico da vegetação brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. 271 p.
IBGE. Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual técnico de pedologia. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2015. 430 p.
IBGE. Enciclopédia dos municípios brasileiros. Rio de Janeiro: IBGE, 1958. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv27295_20.pdf. Acesso em: 08 fev. 2024.
IBGE. Geologia 1:250.000. 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/informacoes-ambientais/geologia/15822-geologia-1-250-000.html?edicao=15907&t=downloads. Acesso em: 30 mar. 2025.
IBGE. Geomorfologia 1:250.000. 2023. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/informacoes-ambientais/geomorfologia/10870-geomorfologia.html?=&t=downloads. Acesso em: 19 fev. 2024.
IBGE. Vegetação 1:250.00. 2021. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/geociencias/informacoes-ambientais/vegetacao/22453-cartas-1-250-000.html?=&t=downloads. Acesso em: 21 mar. 2024.
INEMA. Hidrografia da Bahia. Geobahia, 2019. Disponível em: http://mapa.geobahia.ba.gov.br/. Acesso em: 29 mar. 2025.
IPHAN. Sítios Arqueológicos do Brasil. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/iphan. Acesso em: 21 mar. 2024.
JUNGSBERG, L. D. M.; TURUNEN, E.; HELENIAK, T.; WANG, S.; RAMAGE, J.; ROTO, J. Atlas of Population, Society and Economy in the Arctic. Stockholm: Nordregio, 2019. DOI: https://doi.org/10.30689/WP2019:3.1403-2511
MAPBIOMAS. Coleção 2 (beta) de mapas anuais de cobertura e uso da terra do Brasil com 10 metros de resolução espacial. 2022. Disponível em: https://brasil.mapbiomas.org/mapbiomas-cobertura-10m/. Acesso em: 30 mar. 2025.
MARTINELLI. M. Comunicação cartográfica e os Atlas de Planejamento. 1984. Tese (Doutorado em Geografia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1984.
MEDA, R. V. A criação de Unidades de Conservação no reconhecimento de territórios às populações tradicionais. Revista de Direito da Cidade, [S.l.], v. 6, n. 1, p. 275–300, 2014. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/rdc/article/view/11346. Acesso em: 30 mai. 2024. DOI: https://doi.org/10.12957/rdc.2014.10729
MELO, A. de. Á. Atlas Geográfico Escolar: Aplicação Analógica e Digital no Ensino Fundamental. Anuário do Instituto de Geociências, [S.l.], v. 29, n. 2, p. 235-236, 2006. DOI: https://doi.org/10.11137/2006_2_235-236
OLIVEIRA, A. R. Construir uma didática da geografia e cartografia: entre linguagem cartográfica, cultura, saberes e prática docente. In: CALLAI, H. C. (Org.). Educação geográfica; reflexão e prática. Ijuí: Unijuí, 2011. (Coleção: Ciências Sociais). p. 167-184.
OLIVEIRA, A. R.; ALMEIRA, R. D. O estudo da localidade através de atividades com mapas municipais no ensino fundamental. In: COLÓQUIO DE CARTOGRAFIA PARA CRIANÇAS, 3., 2000, São Paulo. Anais. São Paulo: AGB/USP, 2000.
OLIVEIRA C. de. Dicionário Cartográfico. Rio de Janeiro: IBGE, 1980.
OLIVEIRA, L. Estudo metodológico e cognitivo do mapa. Rio Claro: Universidade de São Paulo, 1978. (Série: Teses e monografias, 32.)
PASSINI, E. Y. Prática de ensino de Geografia e estágio supervisionado. São Paulo: Contexto, 2007.
PINHEIRO, L. B. Atlas escolar do Município de Aurora-CE. 2021. 147f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Geografia) – Centro de Formação de Professores, Universidade Federal de Campina Grande, Cajazeiras, Paraíba, Brasil, 2021.
PISSINATI, M. C; ARCHELA, R. S. Fundamentos da alfabetização cartográfica no ensino de Geografia. Geografia (Londrina), [S.l.] v. 16, n. 1, p. 169-196, 2007.
QGIS. Versão 3.16 'Hannover'. Open-Source Geospatial Foundation. 2020. Disponível em: https://qgis.org/pt_BR/site/. Acesso em: 20 mar. 2024.
ROMING, K. L.; DE PITANO, S. de C. O Atlas Geográfico Municipal como Recurso Didático no Ensino de Geografia: elaboração e perspectivas formativas. Geografia (Londrina), [S.l.], v. 29, n. 2, p. 241-260, 2020. DOI: https://doi.org/10.5433/2447-1747.2020v29n2p241
SANTOS, S. M. dos. Atlas geográfico escolar do semiárido da Bahia: uma elaboração participativa. 2020. Tese (Doutorado em Geografia) – Instituto de Geociências, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2020.
SEI. Divisão Político Administrativa (DPA). Salvador, 2022. Disponível em: https://portal.geo.sei.ba.gov.br/portal/apps/sites/#/seigeo/pages/dados-geo-tema-dpa. Acesso em: 02 fev. 2024.
SILVA, F. G. da; CARNEIRO, C. D. R. Geotecnologias como recurso didático no ensino de geografia: experiência com o Google Earth. Caminhos de Geografia, Uberlândia, v. 13, n. 41, p. 329–342, 2012. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/16679. Acesso em: 30 mar. 2025. DOI: https://doi.org/10.14393/RCG134116679
SILVA, M. A. B. da; COMPIANI, M. O estudo do lugar e a fundamentação geográfica dos atlas escolares municipais no Brasil. In: ENCONTRO DE GEÓGRAFOS DA AMÉRICA LATINA, 10., 20 a 26 de março de 2005, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: USP, 2005. p. 14615-14626. Disponível em: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal10/Nuevastecnologias/Sig/21.pdf. Acesso em: 02 fev. 2024.
SILVA, M. dos S. Mapeamento participativo em comunidade tradicional de fundo de pasto: fazenda quina, município de Campo Formoso-BA. 2022. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ecologia) – Universidade Federal do Vale do São Francisco, Senhor do Bonfim, 2022. Disponível em: http://www.univasf.edu.br/~tcc/000028/000028d4.pdf. Acesso em: 19 jun. 2022.
SIMIELLI, M. E. R. Cartografia no ensino fundamental e médio. In: CARLOS, A. F. A. (Org.). Geografia na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2006. p. 92-108.
SOPNEV, N. V.; BELOZEROV, V. S.; PANIN, A. N. Atlas information system “Regional Capitals of Southern European Russia”. InterCarto. InterGIS., Moscou, v. 28, n. 2, p. 172–187, 2022. DOI: https://doi.org/10.35595/2414-9179-2022-2-28-172-187
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Geografia Ensino & Pesquisa

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
The journal Geografia – Ensino & Pesquisa will obtain the auctorial rights for all published texts. This also implies that the text can be published anywhere in the world, including all rights on renewal, expansion and dissemination of the contribution, as well as other subsidiary rights. The author’s get permission to publish the contribution in other medias, printed or digital, may be in Portuguese or translation, since the publication is credited to Revista Geografia – Ensino & Pesquisa.The journal Geografia – Ensino & Pesquisa will obtain the auctorial rights for all published texts. This also implies that the text can be published anywhere in the world, including all rights on renewal, expansion and dissemination of the contribution, as well as other subsidiary rights. The author’s get permission to publish the contribution in other medias, printed or digital, may be in Portuguese or translation, since the publication is credited to Revista Geografia – Ensino & Pesquisa.


