Atividade larvicida da Fração de Alcaloides Totais das folhas de Prosopis julilfora (SW) D.C. sobre larvas de Aedes aegypti (Linnaeus, 1762): uma abordagem experimental e estatística
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179460X87446Palavras-chave:
Aedes aegypti, Alcaloides piperidínicos, Dengue, Larvicida, Prosopis julifloraResumo
Aedes (Stegomyia) aegypti (Linnaeus, 1762) é responsável por diversas epidemias de Dengue, Chinkungunya, Zica vírus e da Febre Amarela Urbana, sendo o controle vetorial a melhor forma de combate ao inseto. Assim, o presente trabalho visa avaliar o efeito da fração de alcaloides totais (FAT) extraídos das folhas da P. juliflora sobre larvas do A. aegypti no estágio L3. A fração de alcaloides totais (FAT) foi obtida a partir de metodologia descrita por Tabosa et al, 2000. Os bioensaios foram conduzidos em delineamento inteiramente casualizado (DIC) seguindo metodologia adaptada da World Health Organization et al., 2005 e de Cruz et al., 2019 com sete grupos de tratamento, dos quais: quatro grupos testes correspondem ao extrato de alcaloides nas concentrações de 70, 140, 280 e 560 ppm; um grupo controle (sem substância) e dois padrões de referência formulados pelos larvicidas Pyriproxyfen a 2,0 ppm e NATULARTM DT ESPINOSADE® a 0,52 ppm. Os resultados foram estimados por meio do teste de Kaplan-Meier usando o programa GranphPadPrism Software 8.0.1 para Windows. Observou-se que os extratos vegetais reduziram significativamente a probabilidade de sobrevivência e o tempo de vida das larvas do A. aegypti quando comparada com o controle (teste de log-rank, X2= 292.4; df= 4; p < 0.0001), sendo observados quadros de desnutrição severa, paralisia e convulsões que precediam a morte, com uma maior atividade larvicida nas primeiras 60 horas de exposição.
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