Emprego de pseudomonas fluorecens isoladas do parque estadual Serra de Ouro Branco/Minas Gerais – Brasil na biodegradação de óleos lubrificantes automotivos residuais
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179460X84868Palavras-chave:
Óleos residuais, Lipases, Indicador 2.6-diclorofenol-indofenol (DCPIP)Resumo
Cerca de 2% do petróleo consumido mundialmente está relacionado à produção de óleos lubrificantes automotivos e industriais. A poluição derivada destes óleos, em ambientes aquático e terrestre, é responsável por diversos problemas ecológicos e sociais, em função de suas propriedades tóxicas, mutagênicas e carcinogênicas. Dessa forma, estudos relacionados à biorremediação são de sua importância e o emprego de tratamentos biológicos, como a biodegradação, é uma alternativa viável e eficaz para o tratamento destes compostos. O presente estudo teve como objetivo avaliar o desempenho da biodegradação de óleos lubrificantes automotivos residuais, empregando-se lipases Pseudomonas fluorecens obtidas na bioprospecção realizada no Parque Estadual Serra do Ouro Branco, Minas Gerais. Através do método colorimétrico empregando-se o indicador redox 2.6-diclorofenol-indofenol (DCPIP) foi monitorada a biodegradabilidade dos óleos residuais. Os resultados obtidos demonstraram a potencialidade das bactérias selecionadas, uma vez que degradaram aproximadamente de 61,74 a 83,8 % do resíduo estudado.
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