Turismo científico em paleontologia no município de Faxinal do Soturno - RS
DOI:
https://doi.org/10.5902/2179460X27127Palavras-chave:
Afloramentos fossilíferos, Triássico Superior, Répteis fósseis, Turismo científico em paleontologia.Resumo
Este artigo fundamenta-se no levantamento das ocorrências fossilíferas no município de Faxinal do Soturno, a fim de incentivar o turismo científico. Nesta perspectiva, investiga-se a dinâmica da atividade turística e as estratégias utilizadas para seu desenvolvimento. Prioriza-se também o estudo geográfico, averiguando-se as características físicas, humanas e econômicas do município. Em função das características geológicas e paleontológicas existentes no município, propõe-se a implantação do turismo científico em paleontologia como meio de desenvolvimento econômico local, apresentando um roteiro turístico, no qual salienta-se a localização dos afloramentos indicados para visitação, a sua litologia e a potencialidade fossilífera, bem como a descrição do ambiente no passado. Por fim, sugere-se melhorias na infra-estrutura e nos serviços e equipamentos turísticos para que se desenvolva o turismo científico.
Downloads
Referências
BARATTO, J. & BARROS SARTORI, G. M. da. Organização do espaço geográfico dos municípios de Faxinal do Soturno e São João do Polêsine - RS. Revista Geografia: Ensino e Pesquisa. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, (6-7): 204-228, set. 1994.
BENI, M. C. Análise estrutural do turismo. 2. ed. São Paulo: Editora SENAC. São Paulo, 1998. 427 p.
CAVACO, C. Turismo rural e desenvolvimento local. In: RODRIGUES, A. A. B. (org.). Turismo e Geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 94-121.
CESCA, O. Faxinal do Soturno: sua história e sua gente. Santa Maria: Rainha, 1975. 188 p.
CORADINI, M. As possibilidades turísticas de Faxinal do Soturno - RS. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, CCNE, Departamento de Geociências, 1997. (Trabalho de Graduação A).
CORIOLANO, L. N. M. T. Turismo e degradação ambiental no litoral do Ceará. In: LEMOS, A. (org.), Turismo: impactos sócioambientais. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 93-103.
FACCINI, U. F. O Permo-Triássico do Rio Grande do Sul. Uma análise sob o ponto de vista das seqüências deposicionais. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em Geociências, 1989.133p. (Dissertação de Mestrado)
FUNDAÇÃO DE ECONOMIA E ESTATÍSTICA. Anuário Estatístico do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: FEE, 1995.
MAPA GEOLÓGICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Escala 1: 1000000. Mapa n.º 8. Outubro, 1974. Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.
MCINTYRE, G. Desenvolvimento de turismo sustentável: manual para organizadores locais. Organização Mundial de Turismo. Publicação de Turismo e Ambiente, 1994. 217 p.
PAGANI, M. I.; SCHIAVETII, A.; MORAES, M. E. B. & TOREZAN, F. H. As trilhas interpretativas da natureza e o ecoturismo. In: LEMOS, A. (Org.). Turismo: impactos sócio ambientais. São Paulo: Hucitec, 1996. p. 151-163.
REJOWSKI, M. Turismo e pesquisa científica: pensamento internacional x situação brasileira. Campinas/São Paulo: Papirus, 1996. 167 p.
RODRIGUES, A. A. B. (Org.). Turismo e geografia: reflexões teóricas e enfoques regionais. São Paulo: Hucitec, 1996. 273 p.
SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO (SAA). EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa do Trigo. Macrozoneamento Agroecológico e Econômico do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: SAA/CNPT, v. I, 1994. 307 p.
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC. Cursos STCAS. Noções de turismo. Rio Grande do Sul. 1998 a 66 p.
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC. Cursos STCAS Geografia aplicada ao turismo. Rio Grande do Sul. 1998b. 26p.
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC. Cursos STCAS. Turismo e ecoturismo: teoria e prática. Rio Grande do Sul. 1998c. 62 p.
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC. Cursos STCAS Ecoturismo: gestão de projetos. Rio Grande do Sul. 1998d. 37 p.
SILVA, L. L. da. Ecologia: manejo de áreas silvestres. Santa Maria: MMA, FNMA, FATEC, 1996. 352 p.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Para acessar a DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E EXCLUSIVIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS clique aqui.
Diretrizes Éticas para Publicação de Revistas
A revista Ciência e Natura está empenhada em garantir a ética na publicação e na qualidade dos artigos.
A conformidade com padrões de comportamento ético é, portanto, esperada de todas as partes envolvidas: Autores, Editores e Revisores.
Em particular,
Autores: Os Autores devem apresentar uma discussão objetiva sobre a importância do trabalho de pesquisa, bem como detalhes e referências suficientes para permitir que outros reproduzam as experiências. Declarações fraudulentas ou intencionalmente incorretas constituem comportamento antiético e são inaceitáveis. Artigos de Revisão também devem ser objetivos, abrangentes e relatos precisos do estado da arte. Os Autores devem assegurar que seu trabalho é uma obra totalmente original, e se o trabalho e / ou palavras de outros têm sido utilizadas, isso tem sido devidamente reconhecido. O plágio em todas as suas formas constitui um comportamento publicitário não ético e é inaceitável. Submeter o mesmo manuscrito a mais de um jornal simultaneamente constitui um comportamento publicitário não ético e é inaceitável. Os Autores não devem submeter artigos que descrevam essencialmente a mesma pesquisa a mais de uma revista. O Autor correspondente deve garantir que haja um consenso total de todos os Co-autores na aprovação da versão final do artigo e sua submissão para publicação.
Editores: Os Editores devem avaliar manuscritos exclusivamente com base no seu mérito acadêmico. Um Editor não deve usar informações não publicadas na própria pesquisa do Editor sem o consentimento expresso por escrito do Autor. Os Editores devem tomar medidas de resposta razoável quando tiverem sido apresentadas queixas éticas relativas a um manuscrito submetido ou publicado.
Revisores: Todos os manuscritos recebidos para revisão devem ser tratados como documentos confidenciais. As informações ou ideias privilegiadas obtidas através da análise por pares devem ser mantidas confidenciais e não utilizadas para vantagens pessoais. As revisões devem ser conduzidas objetivamente e as observações devem ser formuladas claramente com argumentos de apoio, de modo que os Autores possam usá-los para melhorar o artigo. Qualquer Revisor selecionado que se sinta desqualificado para rever a pesquisa relatada em um manuscrito ou sabe que sua rápida revisão será impossível deve notificar o Editor e desculpar-se do processo de revisão. Os Revisores não devem considerar manuscritos nos quais tenham conflitos de interesse resultantes de relacionamentos ou conexões competitivas, colaborativas ou outras conexões com qualquer dos autores, empresas ou instituições conectadas aos documentos.

