Woody Allen x Persona: passaporte duplo

Denize Correa Araujo, Paulo Roberto Ferreira de Camargo

Resumo


A proposta de nosso texto é argumentar que Woody Allen, ao criar sua persona, se torna portador de um passaporte duplo, pelo qual pode transmitir sua própria visão de mundo através de seus personagens ou fazer deles meros recursos cinematográficos. Sua performance autobiográfica manqué, seu humor judeu e suas instabilidades e sutilezas conduzem tanto ao entretenimento que seus filmes proporcionam quanto à reflexão sobre temas existencialistas e filosóficos, em processo dialógico e intertextual.

Palavras-chave


persona; manqué autobiographical performance; Jewish humor; Woody Allen; dialogism.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5902/2175497725248 ';





 

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PRÓ-REVISTAS 2019 nº 046/2019

 

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Classificação Qualis-CAPES: A3

Temática classificada CNPQ: Comunicação: 6.09.00.00-8

DOI: 10.5902/21754977

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