J. M. R. Lenz und das Elend der deutschen Aufklärung

Autor/innen

DOI:

https://doi.org/10.5902/1679849X73796

Schlagworte:

Theater, Geschichte und Kritik, J.M.R. Lenz, Aufklärung

Abstract

Mit der Komödie Der Hofmeister oder Vorteile der Privaterziehung hat J. M. R. Lenz aufgezeigt, wie die emanzipatorischen Aspekte eines philosophischen Projekts, das die Reflexionen von Jean-Jacques Rousseau und Immanuel Kant für Freiheit und Unabhängigkeit als ideale Vorbilder hatte, durch disziplinäre Tendenzen verdrängt und verdrängt wurden antidemokratische Merkmale Preußens im 18. Jahrhundert, die ein günstiges Umfeld für Machtmissbrauch durch die Monarchie und eine Bourgeoisie geschaffen haben, die bestrebt ist, die Privilegien des Adels zu reproduzieren. Mit der Präsentation dieses Textes von Lenz beabsichtige ich, seine Relevanz für die Zeitgenossenschaft sowie sein Echo in den Werken von zwei der größten deutschen Dramatiker des 20. Jahrhunderts hervorzuheben: Bertolt Brecht und Heiner Müller.

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Autor/innen-Biografie

Leonardo Munk, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

 Doutor em Teoria Literária pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com doutorado sanduíche na Freie Universität Berlin (Universidade Livre de Berlim).

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Veröffentlicht

2011-07-01

Zitationsvorschlag

Munk, L. (2011). J. M. R. Lenz und das Elend der deutschen Aufklärung. Literatura E Autoritarismo, (17), 95–106. https://doi.org/10.5902/1679849X73796