Literatura e representação social: a marginalidade e a subalternidade em Plínio Marcos

Autores

  • Wagner Corsino Enedino Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas, MS https://orcid.org/0000-0003-2096-538X
  • Gizylene Clímaco de Castro Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS

DOI:

https://doi.org/10.5902/1679849X73914

Palavras-chave:

Plínio Marcos, Marginalidade, Subalternidade

Resumo

Tomando como base os critérios propostos por Quijano (1978) para o estudo da marginalidade e os conceitos de subalternidade propostos por Achugar (2006), este ensaio apresenta homologias entre artifícios discursivos e ideologias em Quando as máquinas param, de Plínio Marcos. A abordagem explora o texto como história e discurso, ancorando-se em princípios de distintas correntes da teoria da literatura.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Wagner Corsino Enedino, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas, MS

Pós-Doutorado pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas e Doutorado em Letras pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Campus de São José do Rio Preto

Gizylene Clímaco de Castro, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS

Mestranda em Estudos de Linguagens da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – CCHS – Campo Grande

Referências

ACHUGAR, Hugo. Planetas sem boca: escritos efêmeros sobre cultura, arte e literatura. Tradução de Lyslei Nascimento: Ed. UFMG, 2006.

CORTEN, André. Discurso e representação do político. In: INDURSKY, Freda e FERREIRA, Maria C. Leandro (Orgs.). Os múltiplos territórios da análise do discurso. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 1999, p. 37-52. (Ensaios 12)

GUERRA, Sonia Regina. A geração de 69 no teatro brasileiro: mudanças dos ventos. Dissertação de Mestrado apresentada a ECA-USP. São Paulo, 1988.

HALL, Stuart. Identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: Dp&A, 2003.

HIRIGNOYEN, Marie France. A violência no casal: da coação psicológica à agressão física. Tradução de Maria Helena Kühner. Rio de Janeiro: Betrand Brasil, 2006.

LUIZ, Macksen. Sem a marca de Plínio Marcos. Disponível em : http://www.verbo21.com.br/aparte/aparte1.htm. Acesso em 13 de outubro de 2004.

MELO, Paulo Roberto Vieira de. Plínio Marcos: a flor e o mal. São Paulo: Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, 1993. (Tese de Doutorado).

MIGNOLO, Walter D. Histórias locais/projetos globais. Ed. UFMG, 1989.

PLÍNIO MARCOS. Quando as máquinas param. São Paulo: [s.n], 1967.

RYNGAERT, Jean-Pierre. Ler o teatro contemporâneo. Trad. Andréa Stahel M. da Silva. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

QUIJANO, Aníbal. Notas sobre o conceito de marginalidade social. In: PEREIRA, Luiz (Org.). Populações “marginais” . São Paulo: Duas Cidades, 1978, p. 11- 71.

ROSENFELD, Anatol. Suplemento literário de O Estado de S. Paulo, 15 de julho de 1967.

SANTIAGO, Silviano. O entre-lugar do discurso latino americano. In: ___. Uma literatura nos trópicos. Rio de Janeiro Rocco, 2000.

SCHILLER, Friedrich. Teoria da tragédia. Introd. e notas de Anatol Rosenfeld. São Paulo: EPU, 1991.

Downloads

Publicado

2009-01-01

Como Citar

Enedino, W. C., & Castro, G. C. de. (2009). Literatura e representação social: a marginalidade e a subalternidade em Plínio Marcos. Literatura E Autoritarismo, (13), 94–108. https://doi.org/10.5902/1679849X73914