Sob nova direção! Uma revisão narrativa da literatura acerca dos riscos psicossociais da uberização do trabalho

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2317175895560

Palavras-chave:

Trabalho precário, Uberização, Riscos psicossociais

Resumo

Introdução: A precarização do trabalho tem levantado preocupações em relação à saúde e segurança do trabalhador (SST), em especial no que tange aos riscos psicossociais. Objetivo: Entender as reverberações da precarização na saúde mental e possíveis fatores de proteção, a partir da análise da uberização. Suscitar reflexões acerca do papel das empresas, Estado, sindicatos e profissionais. Metodologia: Revisão narrativa da literatura utilizando descritores na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Pubmed. Consulta a documentos técnicos, normas regulamentadoras e leis. Resultados e discussão: Os principais riscos observados são: insegurança, baixas recompensas, remuneração e reconhecimento, falta de apoio e autonomia, excesso de demandas e alta carga horária. As formas contratuais difusas e a desregulamentação dificultam a garantia da SST. Considerações finais: Urge uma regulamentação que garanta direitos mínimos aos trabalhadores de aplicativo, com o estabelecimento de responsabilidades para as empresas em relação à saúde e dignidade de seus trabalhadores.

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Biografia do Autor

Raphael Braibante Flores, Universidade Federal de Santa Maria

Graduação em Engenharia Química e mestrado em andamento em Saúde Coletiva pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Lisiane Bôer Possa, Universidade Federal de Santa Maria

Graduação em Fisioterapia pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Mestrado e doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Publicado

03-09-2026

Edição

Seção

Artigos Livres