Revisitando emoções e impressões de um campo de pesquisa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5902/2236672594860

Palavras-chave:

Trabalho de campo, Experiência de pesquisa, Vivências e reflexões, Noção de pessoa, Transplante renal

Resumo

O objetivo deste artigo é compartilhar memórias, vivências e sentimentos e, inspirada na leitura de Whyte e Lícia Valadares, oferecer reflexões sobre a experiência do trabalho de campo e da pesquisa etnográfica e seus desafios, incertezas e equívocos que quase sempre se transformam em boas lições ou mesmo em reflexões sobre o universo pesquisado. Busca-se revisar aspectos da tese de doutorado da autora, inicialmente marcando a passagem de um problema que é social (o da ausência de órgãos) para um problema pertinente ao campo de investigação antropológica (qual a noção de pessoa que está em jogo para favorecer ou dificultar a decisão em relação às doações de órgãos). Em seguida, busca-se mostrar como ocorreu a inserção em campo nos diferentes momentos da pesquisa. Por fim, discute-se a noção de pessoa como categoria norteadora no universo pesquisado, as questões de ética de pesquisa e o consentimento informado.

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Biografia do Autor

Zulmira Newlands Borges, Universidade Federal de Santa Maria

Professora Titular do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM/RS.

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Publicado

2025-12-16

Como Citar

Newlands Borges, Z. (2025). Revisitando emoções e impressões de um campo de pesquisa. Século XXI – Revista De Ciências Sociais, 15(2), 23–44. https://doi.org/10.5902/2236672594860

Edição

Seção

Dossiê

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